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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Você sabe quanto custa uma saca de café?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Café descafeinado pode proteger o organismo contra diabetes tipo 2
Bebida é capaz de ativar metabolismo cerebral que é deficiente em diabéticos e em pessoas com problemas cognitivos
Um novo estudo desenvolvido na Faculdade de Medicina de Mount Sinai, nos Estados Unidos, indica que o café descafeinado é capaz de melhorar o metabolismo cerebral associado ao diabetes tipo 2. Essa ação do cérebro, se reduzida, também pode provocar problemas cognitivos. A pesquisa foi publicada na edição de janeiro do periódico online Nutritional Neuroscience.
Para observar a reação do cérebro com o consumo da bebida, o grupo de pesquisadores induziu ratos a desenvolverem diabetes tipo 2. Os animais receberam suplementos dietéticos de café descafeinado e de glicose durante cinco meses e antes de apresentarem a doença.
Os resultados mostraram que os ratos, ao receberam o café sem cafeína, foram capazes de metabolizar a glicose de maneira mais eficaz, utilizando-a como fonte de energia para o cérebro e evitando que ela se acumulasse no organismo, provocando, ou piorando, o quadro do diabetes. Esse processo de uso da glicose é reduzida em pessoas com diabetes tipo 2 e, além dessa doença, pode acarretar diversos problemas cognitivos. "O metabolismo energético cerebral prejudicado está associado ao declínio cognitivo que ocorre com o envelhecimento do indivíduo e pode impulsionar o aparecimento de doenças neurodegenerativas mais sérias, como a Doença de Alzheimer", diz Giulio Maria Pasinetti, coordenador do estudo.
Segundo os pesquisadores, essa é a primeira evidência de que os cafés descafeinados podem ser benéficos à prevenção e ao tratamento tanto do diabetes tipo 2, quanto dos problemas cognitivos que acompanham o envelhecimento do homem.
A ingestão de café não é recomendada para todas as pessoas, já que a cafeína está relacionada a problemas como doenças cardiovasculares, colesterol elevado e alta pressão arterial. Porém, esses efeitos negativos podem não ser provocados com o consumo da bebida descafeinada, o que revela que outros componentes do café são benéficos à saúde. Agora, os pesquisadores esperam aprofundar os conhecimentos sobre o papel preventivo do café sem cafeína em outras doenças.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cafe-descafeinado-pode-proteger-organismo-contra-diabetes-tipo-2
Um novo estudo desenvolvido na Faculdade de Medicina de Mount Sinai, nos Estados Unidos, indica que o café descafeinado é capaz de melhorar o metabolismo cerebral associado ao diabetes tipo 2. Essa ação do cérebro, se reduzida, também pode provocar problemas cognitivos. A pesquisa foi publicada na edição de janeiro do periódico online Nutritional Neuroscience.
Para observar a reação do cérebro com o consumo da bebida, o grupo de pesquisadores induziu ratos a desenvolverem diabetes tipo 2. Os animais receberam suplementos dietéticos de café descafeinado e de glicose durante cinco meses e antes de apresentarem a doença.
Os resultados mostraram que os ratos, ao receberam o café sem cafeína, foram capazes de metabolizar a glicose de maneira mais eficaz, utilizando-a como fonte de energia para o cérebro e evitando que ela se acumulasse no organismo, provocando, ou piorando, o quadro do diabetes. Esse processo de uso da glicose é reduzida em pessoas com diabetes tipo 2 e, além dessa doença, pode acarretar diversos problemas cognitivos. "O metabolismo energético cerebral prejudicado está associado ao declínio cognitivo que ocorre com o envelhecimento do indivíduo e pode impulsionar o aparecimento de doenças neurodegenerativas mais sérias, como a Doença de Alzheimer", diz Giulio Maria Pasinetti, coordenador do estudo.
Segundo os pesquisadores, essa é a primeira evidência de que os cafés descafeinados podem ser benéficos à prevenção e ao tratamento tanto do diabetes tipo 2, quanto dos problemas cognitivos que acompanham o envelhecimento do homem.
A ingestão de café não é recomendada para todas as pessoas, já que a cafeína está relacionada a problemas como doenças cardiovasculares, colesterol elevado e alta pressão arterial. Porém, esses efeitos negativos podem não ser provocados com o consumo da bebida descafeinada, o que revela que outros componentes do café são benéficos à saúde. Agora, os pesquisadores esperam aprofundar os conhecimentos sobre o papel preventivo do café sem cafeína em outras doenças.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cafe-descafeinado-pode-proteger-organismo-contra-diabetes-tipo-2
sábado, 17 de dezembro de 2011
Tomar café reduz risco de câncer endometrial, diz estudo
Consumir mais de quatro xícaras por dia reduz em 25% o risco do câncer
Tomar café pode ajudar a reduzir o risco de câncer endometrial. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Harvard, e publicado no periódico Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, beber mais de quatro xícaras de café por dia durante um período prolongado de tempo reduz em 25% o risco de desenvolver o câncer. Já o consumo de duas ou três xícaras reduz em 7%.
De acordo com Youjin Je, doutoranda da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, os altos níveis de estrogênio e insulina foram associados a um maior risco de câncer de endométrio, aquele que se origina no revestimento do útero. Vários estudos epidemiológicos já haviam demonstrado que as mulheres que consumiam muito café tinham menores níveis desses hormônios, comparado com aquelas que bebiam pouco ou nada de café. Assim, surgiu a hipótese de que o consumo alto de café poderia reduzir o risco desse tipo de câncer.
"O café contém muitos compostos biologicamente ativos, incluindo os ácidos fenólicos e a cafeína, que têm uma potente atividade antioxidante e podem afetar o metabolismo da glicose e os níveis de hormônios sexuais, que estão relacionados com o risco de câncer endometrial", fiz Youjin.
Pesquisa — Foram analisaram os dados de um estudo mais amplo de saúde, com a participação de 67.470 mulheres durante 26 anos. Houve 672 casos de câncer de endométrio. Descobriu-se, então, que aquelas que costumavam tomar mais de quatro xícaras de café por dia tiveram 25% menos de probabilidade de desenvolver câncer endometrial, enquanto as que bebiam entre duas e três registraram 7%.
Uma relação similar foi observada no café descafeinado, já que as que disseram beber mais de duas xícaras por dia tiveram 22% menos de probabilidade, algo que o estudo atribuiu a que o café "pode modular os níveis de estrogênios e insulina favoravelmente", e isso reduz o risco de câncer. O estudo conclui que beber café, dado seu estendido consumo, pode ser uma estratégia adicional para reduzir o risco de câncer endometrial. No entanto, acrescentar muito açúcar ou creme "pode evitar os benefícios para a saúde".
As pessoas que participaram do estudo costumavam tomar café puro ou com pouco leite, açúcar ou creme. "Acrescentar grandes quantidades de açúcar ou creme ao café pode contribuir para o aumento de peso e à resistência à insulina, o que pode elevar o risco de câncer de endométrio, assim como outras doenças crônicas", adverte.
"Não recomendamos que as mulheres bebam mais café somente para reduzir o risco de câncer de endométrio. No entanto, as mulheres que consomem café devem ter a certeza de que esta bebida, em geral, não é uma substância nociva e pode, inclusive, oferecer alguns benefícios para a saúde", destaca a pesquisa.
(Com agência EFE)
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/tomar-cafe-reduz-risco-de-cancer-endometrial-diz-estudo
Tomar café pode ajudar a reduzir o risco de câncer endometrial. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Harvard, e publicado no periódico Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, beber mais de quatro xícaras de café por dia durante um período prolongado de tempo reduz em 25% o risco de desenvolver o câncer. Já o consumo de duas ou três xícaras reduz em 7%.
De acordo com Youjin Je, doutoranda da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, os altos níveis de estrogênio e insulina foram associados a um maior risco de câncer de endométrio, aquele que se origina no revestimento do útero. Vários estudos epidemiológicos já haviam demonstrado que as mulheres que consumiam muito café tinham menores níveis desses hormônios, comparado com aquelas que bebiam pouco ou nada de café. Assim, surgiu a hipótese de que o consumo alto de café poderia reduzir o risco desse tipo de câncer.
"O café contém muitos compostos biologicamente ativos, incluindo os ácidos fenólicos e a cafeína, que têm uma potente atividade antioxidante e podem afetar o metabolismo da glicose e os níveis de hormônios sexuais, que estão relacionados com o risco de câncer endometrial", fiz Youjin.
Pesquisa — Foram analisaram os dados de um estudo mais amplo de saúde, com a participação de 67.470 mulheres durante 26 anos. Houve 672 casos de câncer de endométrio. Descobriu-se, então, que aquelas que costumavam tomar mais de quatro xícaras de café por dia tiveram 25% menos de probabilidade de desenvolver câncer endometrial, enquanto as que bebiam entre duas e três registraram 7%.
Uma relação similar foi observada no café descafeinado, já que as que disseram beber mais de duas xícaras por dia tiveram 22% menos de probabilidade, algo que o estudo atribuiu a que o café "pode modular os níveis de estrogênios e insulina favoravelmente", e isso reduz o risco de câncer. O estudo conclui que beber café, dado seu estendido consumo, pode ser uma estratégia adicional para reduzir o risco de câncer endometrial. No entanto, acrescentar muito açúcar ou creme "pode evitar os benefícios para a saúde".
As pessoas que participaram do estudo costumavam tomar café puro ou com pouco leite, açúcar ou creme. "Acrescentar grandes quantidades de açúcar ou creme ao café pode contribuir para o aumento de peso e à resistência à insulina, o que pode elevar o risco de câncer de endométrio, assim como outras doenças crônicas", adverte.
"Não recomendamos que as mulheres bebam mais café somente para reduzir o risco de câncer de endométrio. No entanto, as mulheres que consomem café devem ter a certeza de que esta bebida, em geral, não é uma substância nociva e pode, inclusive, oferecer alguns benefícios para a saúde", destaca a pesquisa.
(Com agência EFE)
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/tomar-cafe-reduz-risco-de-cancer-endometrial-diz-estudo
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Para Nestlé, país mostra mudança no perfil de consumo de café
- Conquistar os consumidores brasileiros para um novo conceito de se tomar café é uma tarefa difícil, mas já se percebe uma mudança, contou a diretora da unidade de Café da Nestlé, Lilian Miranda. A empresa lançou a linha Nescafé Dolce Gusto no Brasil em março de 2009 e hoje a linha representa 15% do faturamento da unidade de café da Nestlé, que conta com o café instantâneo Nescafé.
"Levar uma experiência diferente ao consumidor brasileiro de café é um processo lento, mas está mais rápido do que esperávamos. O aumento de renda da população tem uma influência grande nesse movimento, mas a aceitação aos nossos produtos está sendo muito boa. Desde setembro, o Brasil é o principal país em vendas de Dolce Gusto, superando México e Estados Unidos", disse a executiva, em coletiva de imprensa hoje para apresentação dos itens para o período natalino, sem citar números da unidade e vendas da linha. A empresa lançou a linha Dolce Gusto primeiramente em São Paulo e nas capitais do Sul, com o objetivo de expandir sua atuação em dois anos, mas teve de atingir outros Estados em um ano.
Hoje, a matéria-prima para as bebidas da linha é comprada no Brasil, mas as cápsulas são produzidas na Espanha e Inglaterra. "Para começar a ser produzida no País teríamos que ter um volume vendido que valesse a pena os investimentos que seriam feitos nas nossas unidades no País", explicou, "O que já vendemos de cápsulas desde o lançamento até agora dá para preencher o caminho de São Paulo até Manaus", disse a executiva, sem citar o volume de vendas da linha.
Segundo ela, as máquinas também são produzidas no exterior, por fabricantes alemães e chineses, mas a Nestlé possui parceria com a Arno para distribuição e assistência técnica. "Dez meses depois do lançamento da linha Nescafé Dolce Gusto, a Nestlé virou líder de vendas em máquinas de café expresso", disse Miranda.
(Com Agência Estado)
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/nestle-pais-mostra-mudanca-no-perfil-de-consumo-de-cafe
"Levar uma experiência diferente ao consumidor brasileiro de café é um processo lento, mas está mais rápido do que esperávamos. O aumento de renda da população tem uma influência grande nesse movimento, mas a aceitação aos nossos produtos está sendo muito boa. Desde setembro, o Brasil é o principal país em vendas de Dolce Gusto, superando México e Estados Unidos", disse a executiva, em coletiva de imprensa hoje para apresentação dos itens para o período natalino, sem citar números da unidade e vendas da linha. A empresa lançou a linha Dolce Gusto primeiramente em São Paulo e nas capitais do Sul, com o objetivo de expandir sua atuação em dois anos, mas teve de atingir outros Estados em um ano.
Hoje, a matéria-prima para as bebidas da linha é comprada no Brasil, mas as cápsulas são produzidas na Espanha e Inglaterra. "Para começar a ser produzida no País teríamos que ter um volume vendido que valesse a pena os investimentos que seriam feitos nas nossas unidades no País", explicou, "O que já vendemos de cápsulas desde o lançamento até agora dá para preencher o caminho de São Paulo até Manaus", disse a executiva, sem citar o volume de vendas da linha.
Segundo ela, as máquinas também são produzidas no exterior, por fabricantes alemães e chineses, mas a Nestlé possui parceria com a Arno para distribuição e assistência técnica. "Dez meses depois do lançamento da linha Nescafé Dolce Gusto, a Nestlé virou líder de vendas em máquinas de café expresso", disse Miranda.
(Com Agência Estado)
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/nestle-pais-mostra-mudanca-no-perfil-de-consumo-de-cafe
sexta-feira, 15 de julho de 2011
No Brasil, consumo de café cresceu 50%
Nos últimos 10 anos, o país aumentou em 50% seu consumo de café, que deve superar a marca das 20 milhões de sacas neste ano - um recorde. "Em todo o mundo, são os países produtores os grandes responsáveis pela expansão da demanda", afirma José Sette, diretor da Organização Internacional do café (OIC).
Esses países abocanharam metade do crescimento global acumulado desde o ano 2000 e ajudaram a impulsionar os preços, que praticamente dobraram desde o ano passado. Países em desenvolvimento, especialmente do leste europeu, onde o café já era um hábito cultivado, também se fazem notar.
A Rússia elevou suas importações de 1,8 milhão de sacas, no ano 2000, para mais de 4 milhões em 2009. Na Ucrânia, os desembarques saltaram de 184 mil para 1,8 milhão de sacas no mesmo período. "O fato de o consumo crescer em níveis tão favoráveis, sem que a China tenha tomado esse trem, é realmente animador", afirma Sette. (GFJ)
Fonte: Valor Economico
http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/no-brasil-consumo-cresceu-50#wrapper
Esses países abocanharam metade do crescimento global acumulado desde o ano 2000 e ajudaram a impulsionar os preços, que praticamente dobraram desde o ano passado. Países em desenvolvimento, especialmente do leste europeu, onde o café já era um hábito cultivado, também se fazem notar.
A Rússia elevou suas importações de 1,8 milhão de sacas, no ano 2000, para mais de 4 milhões em 2009. Na Ucrânia, os desembarques saltaram de 184 mil para 1,8 milhão de sacas no mesmo período. "O fato de o consumo crescer em níveis tão favoráveis, sem que a China tenha tomado esse trem, é realmente animador", afirma Sette. (GFJ)
Fonte: Valor Economico
http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/no-brasil-consumo-cresceu-50#wrapper
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