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sexta-feira, 2 de março de 2012

ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS

Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.
Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.
Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.
Francesca Minerva; o riso mais franco da morte



Francesca Minerva; o riso mais franco da morte
Por que não a adoção?Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:
“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”
A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção: “A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.

Voltei

É isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.
Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.
Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.
O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.
Um outro delinqüente intelectual chamado Julian SavulescuA reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.
Savalescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos
Savulescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos
Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto irado defendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!
O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?
Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?
Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Texto publicado originalmente às 21h03 desta quinta
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sarah Palin avisa que sistema de saúde de Obama é o maior avanço da indústria do aborto nos EUA

Peter J. Smith

DALLAS, Texas, EUA, 12 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Sarah Palin, ex-governadora do Alaska, disse para uma enorme multidão de ativistas pró-vida num evento para levantar fundos em Dallas que a nova lei de saúde pública [de Obama] aprovada pelo Congresso em março levará a uma expansão sem precedentes do aborto.
“O maior avanço da indústria do aborto nos EUA foi a aprovação do Obamacare [sistema de saúde pública do governo de Obama]”, Palin disse no Teatro Majestic para uma multidão de 800 pessoas.
“É ainda pior do que havíamos imaginado. As consequências dessa legislação são horrendas”.
Palin estava falando num evento de levantamento de fundos para Heroic Media (Mídia Heroica), uma organização que está buscando reduzir os índices de aborto de Dallas ao conectar as mulheres em crises com mensagens e recursos pró-vida de esperança mediante os meios de comunicação.
O jornal Dallas Observer diz, em sua reportagem, que tem a intenção de lançar uma campanha de 632 mil dólares nos meios de comunicação na área na primavera de 2011.
Heroic Media afirma que em mercados anteriores onde haviam lançado suas campanhas de anúncios pró-vida o índice de aborto havia caído até 24 por cento.
Palin, ícone politico do Partido Republicano admirada por muitos conservadores do Tea Party, disse que a ordem executiva do presidente Obama foi insuficiente para deter a expansão da lei da indústria do aborto. Ela citou os mandatos de aborto descobertos pelo Comitê Nacional do Direito à Vida em alguns planos estaduais para o fundo comum de seguro de alto risco como exemplo.
Palin também incentivou o novo Congresso a revogar ou parar o financiamento da lei de reforma do sistema nacional de saúde, a Lei de Assistência a Preço Acessível, que ela chamou de “a mãe de todos os mandatos não financiados”*.
A ex-governadora também disse para a audiência acerca de suas próprias convicções pró-vida pessoais, e se descreveu como “pró-vida sem a necessidade de pedir desculpas por isso”. Ela também disse que as experiências de dar a luz um bebê com a síndrome de Down e de ter uma filha solteira de 17 anos grávida realmente reforçaram essas convicções.
* Nota do tradutor: No direito e políticas dos Estados Unidos, “mandatos não financiados” (cujo original é “unfunded mandates”) são regulamentos e condições para receber verbas que impõem custos nos governos estaduais e locais ou entidades privadas, onde os custos não são reembolsados pelo governo federal.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ao tentar desmentir boatos, PT se contradiz sobre aborto

O PT lançou no site da presidenciável Dilma Rousseff uma sessão chamada “Em nome da verdade”. O objetivo é desmentir aquilo que os petistas classificam como boatos. A sessão foi inaugurada nesta quarta-feira, e já tem quatro notas. Uma delas desmente que a candidata tenha dito “Nem Cristo me tira essa vitória”.

Outra esclarece que a candidata pode, sim, entrar nos Estados Unidos, apesar de ter participado da luta armada durante a ditadura militar. Uma terceira notícia diz respeito à mudança no regime das aposentadorias. “Mentira”, dizem os petistas. Mas há um texto que aborda o tema mais delicado da campanha: a liberação do aborto.
Neste caso, o partido derrapa. O texto publicado no site de Dilma afirma que “o PT não defende e nunca defendeu o aborto”. Mas o terceiro Congresso da legenda definiu como diretriz partidária a defesa da “autodeterminação das mulheres e da descriminalização do aborto”.
Referências -- Em 2009, em oposição à criação da CPI do Aborto no Congresso, o comando do partido emitiu uma nota em que afirma: “O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores é contrário a CPI do Aborto e reafirma o compromisso de luta pela descriminalização do aborto”. No site do partido na internet, há várias outras referências a essa posição. Em uma delas, a Secretaria de Mulheres do PT trata a descriminalização como um “dever do estado”.
Além disso, a própria Dilma Rousseff, que hoje se diz contra a descriminalização do aborto, parece ter mudado de opinião ao longo do tempo. Há três anos, em sabatina na Folha de S.Paulo, ela foi direta: “Eu acho que tem que haver a descriminalização. Hoje, no Brasil, é um absurdo que não haja”.
http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/sem-categoria/ao-tentar-desmentir-boatos-pt-se-contradiz-sobre-aborto/ 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Internet, aborto e religião afetaram as eleições presidenciais

Julio Severo
O aborto e a religião podem ter provocado um segundo turno na eleição presidencial no Brasil.
As pesquisas de opinião pública nos meses passados vinham sistematicamente dando para Dilma Rousseff uma vitória de 51-59%. Rousseff é a candidata escolhida do popular presidente socialista Luiz Inácio “Lula” da Silva para substituí-lo na presidência do Brasil. De acordo com a Constituição brasileira, um candidato vence quando obtém 50% ou mais, mas evidentemente Rousseff não conseguiu maioria absoluta, e terá de trabalhar mais no segundo turno.
Grandes jornais no Brasil atribuíram esse resultado ao aborto. A Folha de S. Paulo noticiou que “Dilma perdeu votos entre eleitores evangélicos”, enquanto O Estado de S. Paulo disse que “algo novo começou a acontecer”, e então detalha que Rousseff, que queria a liberalização das leis de aborto em 2007, “teve de ir a público agora dizer que é contra a prática e que não tomaria iniciativa de propor nenhuma lei para legalizá-la”.
O Estado de S. Paulo sugeriu que “a polêmica em torno da legalização do aborto pode ter tido um peso maior no refluxo das intenções de voto de Dilma”.
Em outro artigo, intitulado “Internet e religião podem explicar queda da petista”, o mesmo jornal diz que a queda dela foi causada, entre outros motivos, “por causa da polêmica na internet sobre sua opinião a respeito do aborto”.
Muitos sites brasileiros, inclusive Notícias Pró-Família (a versão em português de LifeSiteNews) e meu blog, têm estado trabalhando para conscientizar os brasileiros acerca das questões da vida. A eleição brasileira em 3 de outubro revelou os resultados desse trabalho duro.
De forma geral, os eleitores brasileiros estão desiludidos com a política. Excetuando a questão do aborto, os brasileiros não mais levam a sério as eleições e qualquer candidato pode ser eleito. Aliás, um palhaço recebeu votação em massa em São Paulo e, muito embora seja analfabeto, será deputado federal no Congresso Nacional!
Rousseff, que se proclama católica e é a herdeira política de Lula, ficou com 46%. Seu principal oponente, o social democrata católico José Serra, obteve 32%, e a evangélica Marina Silva ficou com 19%. Marina, que por muitos anos era membra do PT e agora está no Partido Verde, tem conexões com Al Gore, famosa figura pró-aborto e pró-sodomia.
Lula observou que, pela primeira vez na história do Brasil, todos os candidatos presidenciais são socialistas. Apesar disso, ele prefere Rousseff, que era membra de um grupo de guerrilha comunista na década de 1960 e com toda probabilidade será politicamente mais agressiva na promoção da agenda do PT.
Muito embora nenhum deles seja um legítimo candidato pró-família, os líderes pró-família do Brasil optaram pela via do “mal menor”. Provavelmente funcionou. Durante dois meses, um vídeo no YouTube do pastor batista Paschoal Piragine obteve quase 3 milhões de visitações. A mensagem dele desmascara as políticas pró-aborto e pró-homossexualidade do PT e incentiva os evangélicos a não votarem nele.
Durante muitos meses, a elevada popularidade de Lula e várias pesquisas de opinião pública sinalizavam uma vitória certa e fácil para Dilma Rousseff. Contudo, o segundo turno provocado pela questão do aborto coloca agora a vitória dela em dúvida.
http://juliosevero.blogspot.com/2010/10/internet-aborto-e-religiao-afetaram-as.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JulioSevero+%28Julio+Severo%29&utm_content=Yahoo%21+Mail