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sexta-feira, 24 de abril de 2015

CRESCENDO COM AS DIFICULDADES - PARASHIÓT TAZRIA E METZORÁ 5775

"Depois de um dia de caminhada pela floresta, um sábio retornava para sua casa, seguindo por uma longa estrada. De repente, escutou um fraco gemido vindo de trás de uma árvore. Foi verificar e descobriu um homem caído, pálido e com uma grande mancha de sangue ao seu lado. Ele tinha sido ferido e já estava quase inconsciente. Com muita dificuldade, o sábio carregou-o até sua casa e tratou do ferimento. Uma semana depois, já curado, o homem contou que havia sido assaltado e que, ao reagir, fora ferido por uma faca. Disse também que conhecia seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse dele. Quando estava pronto para partir, o homem disse ao sábio:

- Agradeço muito por você ter salvado a minha vida. Mas preciso partir, pois quero encontrar aquele que me atacou, e garanto que vou fazer com que ele sinta a mesma dor que eu senti.

- Vá e faça o que você deseja - respondeu o sábio, olhando fixamente para o homem - Entretanto, devo informar que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que eu lhe fiz.

O homem ficou assustado. Explicou que era um simples trabalhador, que não tinha como pagar aquele valor tão alto. Ao escutar aquelas palavras, o sábio olhou com serenidade para aquele homem e disse:

- Se você não pode pagar pelo bem que recebeu, com que direito quer cobrar o mal que lhe fizeram? Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que acontecem em sua vida, pois a vida pode lhe cobrar tudo de bom que ela lhe ofereceu".

Quando passamos por sofrimentos, ao invés de gastar nossas energias reclamando ou procurando culpados, o principal é buscarmos formas de crescer e aprender com as dificuldades.
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Nesta semana lemos duas Parashiót juntas, Tazria e Metzorá. O ponto em comum das duas Parashiót é que elas falam sobre as diversas formas de "Negaim", manchas que apareciam na pele, nas roupas e nas paredes das casas das pessoas, e eram manifestações físicas de uma doença espiritual chamada "Tzaráat". Explicam os nossos sábios que desde a destruição do Beit Hamikdash (Templo Sagrado) as leis que envolvem os "Negaim" não se aplicam mais. Então por que estas Parashiót são relevantes para nós? Quais lições podemos aprender de uma doença espiritual com manifestações físicas que já não se aplicam aos nossos dias?

Explica o Sefer HaChinuch (Mitzvá 169) que toda a impureza que atingia uma pessoa que estava com Tzaráat era consequência de algumas transgressões específicas que a pessoa havia cometido, entre elas o Lashon Hará (denegrir o próximo, causando sofrimento, danos físicos ou psicológicos). Portanto, o sofrimento da Tzaráat não era uma coincidência, vinha diretamente de D'us e era direcionado para aquele que havia transgredido. A pessoa contaminada com a Tzaráat precisava passar por um doloroso processo de isolamento, durante o qual ela poderia aproveitar a oportunidade para refletir sobre o seu comportamento e reconhecer seu erro. Em outras palavras, a conduta correta e ideal de alguém que era atingido pelos sofrimentos dos "Negaim" era refletir e consertar seu erro, que era a verdadeira causa dos sofrimentos.

Apesar de não termos mais o sofrimento dos "Negaim", esta lição da Parashá é sempre atual, pois somos afligidos com vários outros tipos de sofrimentos e dificuldades em nossas vidas. Podem ser doenças, problemas no trabalho, falta de dinheiro e falta de Shalom Bait (paz na família). Os "Negaim" nos transmitem a mensagem de que os sofrimentos não são uma coincidência, ao contrário, são uma forma de D'us se comunicar conosco.

Isto fica ainda mais claro quando a Parashá ensina sobre um tipo específico de "Negaim" chamado "Netek", que atacava a cabeça e a barba das pessoas, como está escrito: "Um homem ou uma mulher que tiverem neles uma "Nega" (mancha), em seu couro cabeludo ou em sua barba" (Vayikrá 13:29). A pessoa contaminada com o "Netek" passava por uma semana de isolamento e depois era novamente examinada pelo Cohen. Se a mancha não tivesse se espalhado, então a área em torno dela deveria ser raspada. A Torá acrescenta um detalhe muito interessante: havia uma proibição de raspar o local que estava contaminado com o "Netek".

O Sefer HaChinuch (Mitzvá 170) explica que esta proibição da Torá de raspar o local da contaminação do "Netek" traz uma mensagem profunda. A Torá está nos ensinando que devemos aceitar os sofrimentos e dificuldades que D'us nos manda. Não devemos "dar um coice" nos sofrimentos, nem pensar que temos a habilidade de simplesmente anulá-los e escondê-los das pessoas. Por que esta mensagem é tão importante para nós? Pois a tendência natural do ser humano é se comportar de maneira equivocada em relação aos sofrimentos. Há dois comportamentos equivocados, que são simbolizadas pela transgressão de raspar o local do "Netek". Em primeiro lugar, temos a tendência de "dar um coice" em D'us por causa dos sofrimentos que nos atingem, questionando a Justiça Divina. A famosa pergunta "Por que justamente comigo?" é uma demonstração de que não aceitamos a vontade de D'us e não confiamos na perfeição da Sua Justiça. E mesmo que a pessoa não culpe D'us, ela pode ainda escorregar em outro tipo de erro: a tentativa de remover os sofrimentos sem aprender a verdadeira lição que aquele sofrimento trouxe consigo. Muitas vezes a pessoa se preocupa com o que os outros vão pensar, e acaba focando mais em esconder dos outros seus sofrimentos do que na real oportunidade de crescimento. A proibição de raspar o lugar onde havia o "Netek" nos ensina que não devemos "enfiar a cabeça na terra" quando passamos por alguma dificuldade, ao contrário, devemos nos esforçar para crescer com esta dificuldade.

Mas qual a forma de encontrar, através dos sofrimentos, o erro que cometemos? Na época do Beit Hamikdash era mais fácil, pois quando a pessoa tinha Tzaráat, ela já sabia quais transgressões poderiam estar associadas. Mas como nós podemos, através dos nossos sofrimentos, descobrir o que é necessário consertar? Como saber que tipo de mensagem D'us está nos transmitindo através de cada sofrimento que passamos na vida?

Nas épocas em que havia profecia, os profetas podiam nos transmitir com segurança até mesmo quais eram os detalhes que necessitavam de algum tipo de conserto. Atualmente é impossível ter certeza absoluta de qual o erro necessita ser consertado através apenas da reflexão. Mas nossos sábios explicam que D'us nos dá sempre uma dica do que é necessário trabalhar. Os sofrimentos que D'us nos manda em geral são "Midá Kenegued Midá" (Medida por medida), isto é, a forma como somos castigados é um "lembrete" de D'us sobre o erro que cometemos. O Talmud (Sotá 9b) traz alguns exemplos desta regra espiritual. Shimshon (Sansão) transgrediu com seus olhos, e foi punido através da cegueira, causada pelos seus maiores inimigos, os Plishtim. Avshalom, filho de David HaMelech, sentia muito orgulho de seu cabelo, e justamente seu cabelo foi a causa de sua morte, pois ficou enroscado nos galhos de uma árvore e possibilitou que ele fosse alcançado e morto pelos seus perseguidores. Por isso é recomendado que as pessoas procurem sempre a causa que pode estar de alguma maneira conectada com o sofrimento que ela está passando. Por exemplo, alguém que está com dor de dente deve procurar que tipo de erro ela pode estar cometendo na área da fala, pois é muito provável que exista alguma conexão entre a dor de dente e algum mau uso da fala. Porém, mais importante do que adivinhar exatamente qual é a transgressão "correta" que devemos consertar é o fato de estarmos procurando o que consertar. Por exemplo, se naquele caso em que a pessoa estava com dor de dente por causa das mentiras que estava falando, mas equivocadamente começa a se cuidar mais para não falar Lashon Hará, ela alcançou o principal propósito dos sofrimentos, que é tentar crescer com eles.

Explica o Rav Yehonasan Gefen que nosso Yetzer Hará (má-inclinação) nos induz a errar até mesmo em áreas que parecem ser "kasher". Por exemplo, muitas pessoas acabam procurando "Segulót" (práticas que tentam trazer sucesso em certas áreas) para acabar com dores e sofrimentos. Mas será que isto não vai contra a lição transmitida pelo Sefer HaChinuch, de que não devemos nos esforçar meramente para anular nossos sofrimentos, sem nenhum reflexão e busca de nossos erros? Até a prática de pedir Brachót (Bençãos) a grandes rabinos da geração também deve ser utilizada com muito cuidado, sempre sem esquecer de que o principal objetivo de um sofrimento é nos fazer crescer. As "Segulót" e Brachót são condutas corretas sempre que vêm acompanhadas de reflexão e tentativas de corrigir eventuais erros associados ao sofrimento pelo qual estamos passando.

Esta é a lição dos "Negaim": os sofrimentos não são coincidência e D'us não erra Seus cálculos. Se estamos passando por alguma dificuldade, devemos olhar como uma oportunidade de crescimento e uma chance de consertar algo que estávamos errando. Pode não ser simples passar o obstáculo, mas é o momento de desenvolver um potencial que ainda não havíamos atingido.

SHABAT SHALOM

Rav Efraim Birbojm
Lv l2:1-13:59, 2 Rs. 4:42·5:19, Mt. 8: 1-4 Mechubarot
 
Lv14:1-15:33, 2 Rs. 7:3-20, Rm. 6: 8-23

sábado, 18 de abril de 2015

MEDIDA POR MEDIDA - PARASHÁ SHEMINI 5775

O enterro do Rav Pinchas Yossef Rabinovitz zt"l foi um dos mais marcantes da cidade de Petach Tikva. Não apenas por causa dos milhares de estudantes de Torá e grandes rabinos que saíram às ruas para dar o último adeus àquele grande Tzadik (Justo), mas também por um fato inusitado que aconteceu. Ao chegar no cemitério, muitos perceberam que naquele momento também estava acontecendo o enterro de uma senhora que havia falecido aos 103 anos. Mas diferente da multidão que acompanhava o enterro do Rav Rabinovitz, o grupo que vinha acompanhar o enterro daquela senhora era muito pequeno, pois ela tinha poucos familiares e a maioria das suas amigas já havia falecido. Porém, por algum motivo, aquela senhora meritou que milhares de pessoas, a grande maioria estudantes de Torá e grandes rabinos, acompanhassem seu enterro, pois os dois enterros aconteceram exatamente no mesmo horário e no mesmo local.

Mais do que isso, revelou-se que ela vivia na cidade de Haifa, e lá ela seria enterrada. Na última hora, quando os preparativos do enterro já tinham começado, alguém se lembrou que o marido daquela senhora havia falecido há dezenas de anos, mas ninguém sabia onde ele estava enterrado e se ela havia adquirido o jazigo ao lado dele. Foi iniciada uma verdadeira "operação de busca" em todos os cemitérios de Israel, com todos os funcionários da Chevra Kadisha se esforçando ao máximo, sem descanso, até que finalmente descobriram o túmulo dele no cemitério de Petach Tikva. A maior surpresa foi que, apesar de aquela senhora não ter adquirido o jazigo ao lado do marido, e já terem passado dezenas de anos, o lugar ao lado dele era um dos poucos jazigos do cemitério que ainda estavam vagos. Muitos dos que acompanharam o enterro começaram a se interessar em saber qual havia sido o mérito daquela mulher para receber tanta honra no momento do seu falecimento e ter seu lugar "guardado" ao lado de seu marido por tantos anos. Ao conversar com parentes daquela senhora, tudo foi se esclarecendo.

Há mais de 80 anos, quando aquela senhora tinha pouco mais de 20 anos, chegou aos ouvidos dela a triste notícia de que a Yeshivá "Torah Vadaat", que havia sido fundada naquela época nos Estados Unidos, estava passando por enormes dificuldades financeiras. Era uma época de crise, e juntar dinheiro para Yeshivót era uma tarefa muito difícil, que exigia uma dedicação sobre-humana. Mesmo assim, sem se intimidar com as dificuldades, aquela senhora decidiu começar a juntar dinheiro para a Yeshivá, batendo de porta em porta, até conseguir uma enorme quantia, suficiente para tirar a Yeshivá daquela situação difícil e dar aos jovens estudantes tudo o que eles necessitavam para manter seu estudo de Torá.
Quem ainda se lembrava daquele ato tão grande daquela senhora? Tanto tempo já havia se passado que talvez nem ela mesma se lembrava. Mas D'us, que nos faz tantas bondades, se lembrava, pois Ele nunca se esquece de nada. Como ela havia permitido, com o esforço de suas mãos, que centenas de jovens pudessem se dedicar ao estudo de Torá, ela teve o mérito de ter um grupo tão grande de estudantes de Torá acompanhando seu enterro para um último adeus. 
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Nesta semana lemos a Parashá Shemini, que começa descrevendo a cerimônia de inauguração do Mishkan (Templo Móvel). Por sete dias consecutivos Moshé montou o Mishkan, fez todos os serviços e depois o desmontou. Somente no oitavo dia ("Shemini", em hebraico) o Mishkan foi permanentemente erguido e Moshé consagrou Aharon e seus filhos como os Cohanim (sacerdotes) do povo judeu. A partir daquele momento os serviços do Mishkan seriam feitos apenas pelos Cohanim. E assim o versículo descreve o primeiro Korban (sacrifício) oferecido por Aharon durante a inauguração do Mishkan: "E ele (Moshé) disse para Aharon: pegue um bezerro para o (Korban) Chatat" (Vayikrá 9:2).
O Korban Chatat era oferecido para expiar erros cometidos de forma não intencional. Por que Aharon foi comandado a oferecer justamente um bezerro? O Rav Shlomo Itzchaki zt"l (França, 1040 - 1105), mais conhecido como Rashi, explica que D'us estava mandando uma mensagem para Aharon, de que aquele Korban Chatat, um bezerro, vinha justamente para expiar a participação de Aharon no terrível pecado do bezerro de ouro. Apesar de Aharon ter participado da construção do bezerro de ouro com as intenções mais puras, tentando apenas ganhar tempo até que Moshé descesse do Monte Sinai, mesmo assim ele acabou causando, de forma não intencional, que o povo transgredisse com mais alegria. Por isso ele recebeu parte da culpa, e naquele momento D'us quis ressaltar que aquele bezerro oferecido vinha para consertar o erro cometido com o outro bezerro.

Mas por que D'us revelou para Aharon sobre sua expiação desta maneira, associando o bezerro do Korban com o bezerro de ouro? Para nos ensinar uma de Suas características mais predominantes: o "Midá Kenegued Midá" (Medida por Medida), através da qual D'us se comporta com os seres humanos exatamente da mesma maneira que eles se comportaram, tanto para o bem quanto para o mal.

Explica o Rav Ytzchak Zilberstain shlita que enxergar esta característica de D'us é muito importante para o nosso trabalho espiritual, pois permite ao ser humano entender porque ele está recebendo dos céus uma bondade ou um castigo. O ser humano se esquece de seus atos, mas D'us não se esquece de nada, como afirmam os nossos sábios: "Reflita sobre três coisas e você não chegará a pecar. Saiba o que existe acima de você: um Olho que vê, um Ouvido que escuta, e todos seus atos estão registrados em um Livro" (Pirkei Avot 2:1). D'us não se esquece de dar uma recompensa por cada Mitzvá feita e por cada bom ato, mesmo que a pessoa já nem se lembra mais deste ato. E, de maneira similar, Ele não se esquece de dar um castigo por cada transgressão feita e cada mau ato.
Este entendimento nos ajuda a fugir de um erro conceitual cometido por um grande número de pessoas. Muitas vezes não entendemos o conceito de que D'us é Misericordioso, e achamos que isto significa que D'us "fecha os olhos" e simplesmente ignora nossos erros e transgressões. Alguns chegam a acreditar que não existe castigo para as nossas transgressões pelo fato de D'us ser Misericordioso. Mas isto vem de uma falha de compreensão sobre o que significa a Misericórdia Divina. Se a Misericórdia simplesmente anulasse qualquer transgressão que cometemos, onde estaria a justiça? Seria correto que todas as Mitzvót fossem lembradas, mas as transgressões fossem simplesmente esquecidas por D'us? Isto seria "Emet" (Verdade)?

Então como funciona a Misericórdia Divina, sem contradizer a característica da Justiça? Explica o Rav Moshe Chaim Luzzato (Itália, 1707 - Israel, 1746) que quando uma pessoa faz um erro, ela deveria ser castigada imediatamente, em um momento de "fúria espiritual" de D'us e sem chances de seu erro ser consertado. Isto quer dizer que, de acordo com a justiça estrita, as consequências de uma transgressão seriam imediatas e trágicas. A Misericórdia faz com que o castigo da pessoa seja postergado para um momento em que a "fúria espiritual" de D'us tenha passado, dando a chance dela se arrepender e consertar seu erro, minimizando as consequências espirituais. Mas o conceito de que D'us se esquece de uma transgressão ou perdoa mesmo sem a pessoa se arrepender não é uma realidade espiritual. Quando alguém comete uma transgressão, ela fica guardada, mesmo que seja por muito tempo, para ser cobrada no momento certo.

Nossos sábios ensinam que a característica de bondade de D'us é muito maior do que a Sua característica de justiça. Isto quer dizer que, se D'us não esquece nenhuma transgressão, mesmo as menores e mais insignificantes, certamente Ele também não esquece nenhum bom ato que fazemos. Muitas vezes não recebemos nenhum tipo de retribuição pelos bons atos imediatamente, mas D'us deixa guardado para nos recompensar quando Ele decidir que é o momento ideal, de acordo com Seus cálculos perfeitos.

Precisamos internalizar este importante conceito da "Midá Keneged Midá" de D'us, pois isto nos ajuda em nosso crescimento espiritual. Quando entendemos que tudo está sendo "anotado", cada pequeno detalhe, e que D'us não se esquece de nada, então nos tornamos mais cuidadosos, tanto para não cometermos transgressões quanto para sermos mais ágeis e aproveitarmos cada oportunidade de fazer uma Mitzvá ou um bom ato.

Parte do nosso trabalho de Emuná (fé) é saber que todos os nossos bons atos serão recompensados, sem exceção. Mesmo quando não enxergamos imediatamente os bons frutos dos nossos atos, nada é esquecido nos mundos espirituais. Algumas vezes leva dias, outras vezes meses, pode ser que leve até anos. Mas no final a bondade de D'us será revelada, e veremos como cada pequeno bom ato valerá uma enorme recompensa.

SHABAT SHALOM

Rav Efraim Birbojm
Lv 9:1-11:47, 2 Sm. 6:1-7:17