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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Lula, Tiririca e Dilma fazem a festa no Brasil herdado de Portugal

Julio Severo
Num país sério, um palhaço seria eleito somente para o circo. Mas, já que o ex-presidente Lula, seus ex-ministros e o Congresso passaram anos governando sem seriedade, a população não se importou de votar num palhaço. Tiririca, pois, foi o mais votado para deputado federal em São Paulo em 2010.
Nesse clima de circo, Antonio Palloci, o ex-ministro de Lula cujos crimes e corrupções viraram piada que não faz ninguém rir, já está no governo de Dilma para mostrar que o show continua. Num país onde a lei valesse alguma coisa, ele estaria atrás das grades, sem mencionar sua atual chefona com horrendo histórico de terrorismo marxista. Mas pergunte para Tiririca se o Brasil é um país sério.
O povo brasileiro, moralmente anestesiado por uma propaganda ideológica alicerçada no engano e na mentira, não se importa mais se um homem ou mulher é uma vergonha para o governo brasileiro e para a ética, pois o que impera no Brasil é a lei do circo. É a desordem e o desprogresso sustentados em palhaçadas políticas.
No Brasil de hoje, o caráter e a integridade são tratados com deboche e a desonestidade vale ouro. Criminosos que lutaram no passado para impor no Brasil o mesmo sistema da ditadura comunista soviética podem hoje se gabar de terem feito parte de uma resistência “democrática”. Podem até mesmo desconversar, durante as eleições, suas reais posturas sobre aborto e união civil gay, para não entrarem em choque com os óbvios sentimentos conservadores da vasta maioria do povo brasileiro. Depois das eleições, mostram que foi tudo piada e voltam à obsessão pró-aborto e pró-homossexualismo.
Dilma Rousseff é a coroação desse circo, onde o horrível tem de ser considerado bonito e doce e onde a honestidade e a ética são tratadas com repugnância. Nesse paraíso das inversões, os terroristas marxistas são heróis.
No Brasil de Tiririca, o show das trambicagens e malandragens deve continuar, e o único papel do povo é chorar e lamentar o circo de horrores, depois de votar nos atores do espetáculo.
Tiririca, Lula e Dilma do pão e circo só tiveram muita popularidade porque jumentos e outros animais ainda não podem se candidatar a cargos públicos. O dia que isso acontecer, todos verão quem é que o povo realmente escolherá para ser campeão de popularidade no Brasil!
Onde foi que o Brasil errou? Onde poderia ter acertado?
A maior referência de transformação individual e nacional é a Bíblia Sagrada, que guia pessoas e nações ao Rei Jesus Cristo, Deus único e verdadeiro.
Nenhum outro livro moldou mais a fundação e história dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa do que a Bíblia KJV, ou a King James Version of the Bible (Bíblia Versão do Rei James).
A Bíblia KJV leva esse nome porque sua tradução para o inglês foi comissionada pelo Rei James I (1566–1625), da Inglaterra. A tradução foi completada em 1611, e neste ano de 2011 ela faz 400 anos! Sobre essa Bíblia, todos os presidentes dos Estados Unidos juraram na posse. Durante séculos, enquanto a Bíblia KJV era levada a sério, tudo foi bem para os Estados Unidos e para a Inglaterra. Seu nível de prosperidade estava diretamente ligado ao grau de importância que davam para ela.
“Righteousness exalteth a nation.” (Provérbios14:34 KJV) A tradução dessa passagem da Bíblia KJV é: “A justiça exalta uma nação”. A história passada dos EUA não é prova disso? George Washington (1732–1799), o primeiro presidente dos EUA, disse: “Sem Deus e a Bíblia é impossível governar com justiça o mundo”. (William Federer, America’s God and Country Encyclopedia of Quotations, pág. 660) Não existe justiça sem Deus e a Bíblia, e isso Washington compreendeu muito bem. Por isso, os Estados Unidos prosperaram sob a presidência dele, e a Bíblia KJV era amplamente lida pelo povo. Aliás, era o livro mais lido nos EUA.
É bem simples: a nação ou família que dá atenção à Bíblia e ao seu Autor prospera e se distingue. Não deu atenção, sofre decadência, como a própria Inglaterra experimentou ao perder o outrora poderoso Império Britânico. Os EUA estão no mesmo caminho. E o Brasil, que está longe de ser uma potência, está determinado a desafiar a Deus ao se aliar aos hostis inimigos islâmicos de Israel.
Os ingleses decadentes de hoje, que estão ocupadíssimos assistindo, de boca aberta, à acelerada colonização islâmica de seu país, não conseguiriam fundar colônias prósperas, porque eles não mais têm o que tinham quatro, três ou dois séculos atrás. Tudo o que sobrou são memórias do passado.
Em 1620, poucos anos depois da tradução da Bíblia KJV em 1611, ingleses evangélicos, mais conhecidos como os Peregrinos, fundaram a primeira colônia no que são hoje os Estados Unidos e criaram, com base na Bíblia, a primeira constituição americana. Na mesma época, o Rei James I já tinha enviado exploradores e soldados ingleses ao rio Amazonas, fundando vários fortes e se preparando para o envio de colonos. Mas os portugueses acabaram massacrando-os.
O que o Brasil perdeu com o extermínio dos ingleses enviados pelo Rei James I? Não sabemos. Mas sabemos o que “ganhamos” ficando com os portugueses, que não tinham nenhuma KJV e não tinham, ao contrário dos colonos ingleses, a consciência de que a leitura da Bíblia deveria ser plenamente acessível ao povo.
Um povo que não lê e estuda a Bíblia é um povo no escuro e vulnerável a toda e qualquer doutrinação e escravidão. Um povo que lê e segue a Bíblia é um povo que avança contra o mal e contra a tirania, seja de que espécie for.
A Bíblia Sagrada ajuda um indivíduo e nação a não se tornarem bobos de exploradores: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Isso explica por que em sua história passada os americanos conseguiram lutar contra impostos exagerados e evitar palhaços na presidência. Mas quando se perdeu o respeito por esse livro sagrado e seu Autor, a presidência dos EUA se tornou mero palco de oportunistas, onde hoje os impostos não param de crescer.
No caso do Brasil, o brasileiro gosta de ver o português como burro. Se isso for verdade, o Brasil então tem um sério problema hereditário. Esse DNA da estupidez garante elevada popularidade para qualquer trambiqueiro que consiga fazer os brasileiros de bobos. Os Tiriricas, os Lulas e as Dilmas não nascem do nada. São fruto de uma herança maldita.
O brasileiro herdou também de Portugal a ambição de viver nas mamas de um governo explorador, em vez de produzir num trabalho independente. E o Estado brasileiro herdou de Portugal a ganância voraz de sobrecarregar os cidadãos com impostos altos e exagerados e de sufocar pequenas e médias empresas livres com cargas opressivas e abusivas de taxas e tributos.
Desgraçadamente, até os líderes cristãos do Brasil alimentam a ambição herdada de Portugal de viver nas mamas do governo! A alma de Portugal paira e reina sobre o Brasil e suas igrejas e, por mais que os brasileiros façam piada de Portugal, não conseguem se livrar de sua herança maldita.
Se Portugal continua motivo de piada no Brasil, lembremo-nos de quem o Brasil é filho.
Como herdeiro de Portugal, o Brasil tem hoje uma região amazônica onde a pobreza predomina em grande parte da população. O Brasil nem sonha em chegar perto da prosperidade que tiveram os EUA no passado. Mas poderia, se a Inglaterra do Rei James I tivesse podido concretizar seu plano de enviar famílias de colonos ao rio Amazonas, com suas KJVs. Afinal, se os colonos ingleses nos EUA tiveram sucesso, por que não no Brasil também? Aliás, quem dera não só o Brasil, mas também a própria Inglaterra e os EUA tivessem hoje esses ingleses de fibra e Bíblia do passado!
Não dá para entender como, mesmo depois que a Bíblia se tornou amplamente acessível no Brasil, os evangélicos brasileiros nunca a deixaram levá-los à mesma postura de ação política que tiveram os primeiros evangélicos dos EUA. Por que eles não aceitavam tiranias e nós até hoje sim?
Eles leram a Bíblia, e agiram contra os lobos, chacais e abutres governamentais. Os americanos de hoje têm muito que aprender com seus antepassados.
Os brasileiros de hoje leem a Bíblia, mas não conseguem agir e muito menos se desacomodar do marxismo no governo, que vem se alastrando de forma assombrosa. Eles são totalmente submissos aos lobos, chacais e abutres, com os quais até bispos e pastores se aliam em troca de favores. Dá para se dizer que eles têm algo para aprender com os portugueses do passado?
Em vez de comemorar 400 anos de KJV e seu extraordinário progresso e liberdade para os EUA, tudo o que o Brasil pode fazer é recordar o que os portugueses fizeram com os ingleses do Rei James I há 400 anos.
Maldito o dia em que Portugal os assassinou no rio Amazonas!
Fonte: www.juliosevero.com

sábado, 25 de dezembro de 2010

E se a Bíblia for realmente verdadeira?

Evidências da encarnação de Jesus
David Limbaugh
Gostaria de desafiar você a considerar que a “boa notícia” que celebramos durante a época do Natal é realmente verdadeira.
Você pode escolher crer que a Bíblia é meramente um livro de fábulas com lições morais bacanas, mas há mais abundantes e exatas evidências de manuscritos em apoio ao Novo Testamento do que a qualquer outro livro da antiguidade. Além disso, o número de testemunhas da vida, morte e ressurreição de Cristo, assim como a natureza do testemunho delas, é forte prova da confiabilidade dos relatos da Bíblia, assim como são também as corroboradoras provas arqueológicas e testemunho secular.
Aliás, os escritores do Novo Testamento tinham todo motivo secular para negar que a ressurreição tivesse ocorrido. Por que eles inventariam e apoiariam uma história que os levaria a ser surrados, torturados e mortos?
Portanto, na próxima vez que você ler a Bíblia, considere que você está lendo a inspirada Palavra de Deus e que Jesus realmente disse e fez o que a Bíblia relata, começando com as afirmações dEle sobre Sua própria divindade:
Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai… Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14:6-9). Ele também disse: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8:58). Aqui, Jesus afirmou não só ter existido antes de Abraão, mas também que sua pré-existência é eterna. O que é mais importante é que “EU SOU” é um dos nomes de Deus. Além disso, Ele se identificou como o Deus do Antigo Testamento ao proclamar “Eu sou a luz do mundo” (O Salmo 27:1 diz: “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação”) e “Eu sou o bom pastor”. (O Salmo 23:1 diz: “O SENHOR é o meu pastor”.) Ao responder ao supremo sacerdote quanto à Sua deidade, Jesus disse: “Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu” (Marcos 14:62).
Jesus também cumpriu as profecias do Antigo Testamento acerca do Messias: Ele nasceu de uma virgem, em Belém, na linhagem de Abraão e Davi; Ele foi rejeitado por Seu próprio povo; Suas mãos, pés e lado foram furados, mas nenhum osso foi quebrado; e Ele ressuscitou dos mortos e subiu ao céu.
Jesus afirmou ter autoridade para perdoar pecados. Ele disse ao homem paralítico: “Para que saibais que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”. Ele disse que Ele é o juiz da humanidade (João 5:25-29).
Jesus atribuiu para si uma honra que só Deus merece (Isaías 42:8), quando Ele disse: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.” (João 17:5) e “Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai” (João 5:23). Jesus nos convidou a orar no nome dEle: “E tudo quanto pedirdes em meu nome” (João 14:13). Ele aceitou que outros O adorassem (Mateus 8:2, 14:33, 15:25, 20:20, 28:17), embora o Antigo Testamento claramente proíba adoração a qualquer pessoa, a não ser Deus (Êxodo 20:1-4; Deuteronômio 5:6-9). Até mesmo os anjos se recusam a receber adoração (Apocalipse 22:8,9).
Jesus disse que Ele nos daria coisas que só Deus pode dar. “Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer” (João 5:21).
Jesus não nos orientou apenas a seguir Seus ensinos, mas também a seguir a Ele (Mateus 10:38).
Jesus realizou muitos milagres, e o maior deles foi Sua ressurreição, que Ele predisse (João 2:19, 21) e foi testemunhada por todos os escritores dos quatro Evangelhos e, entre outros, por Paulo, que disse que Jesus foi visto por mais de 500 testemunhas oculares, a maioria das quais ainda estava viva e poderiam refutá-lo se não fosse verdade (1 Coríntios 15:4).
Os Apóstolos dEle também afirmaram que Ele era Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1:1); Jesus é o “primeiro e o último” (Apocalipse 1:17, 2:8, 22:13); e “Porque um menino nos nasceu… e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).
Jesus, que afirmou e provou ser Deus, defendeu a autoridade divina do Antigo Testamento (Mateus 5:17-18) e prometeu que o Espírito Santo inspiraria as revelações do Novo Testamento (João 14:26, 16:13). Os escritores do Novo Testamento também deram testemunho de que toda a Escritura foi inspirada por Deus (2 Timóteo 3:16).
A partir do momento em que concluímos que a Bíblia é a Palavra de Deus, teremos prazer nas Escrituras (Salmo 119:92) e, conforme descreveu certo escritor, adquiriremos “aquele grande sentimento de que estamos vivendo na esfera da segurança eterna”.
É real segurança eternal, pois Cristo morreu para que, por meio do nosso arrependimento e confiança nEle, possamos viver. Ora, esse é o verdadeiro significado do Natal e é a melhor notícia que já houve.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Abraham and Sons

It’s no secret that services on the first day of Rosh Hashanah are much better attended than those on its second day. But what the second day of the Jewish New Year lacks in attendance, it makes up for in narrative drama. In synagogue that day, we read Genesis 22, which recounts the binding of Isaac, a chapter that shapes the way we understand our relationship with God and, potentially, with one another.
Many commentators focus on the way that Abraham’s faith is tested when God asks him to sacrifice his beloved son, Isaac. Abraham gets to the very moment of killing his son before being stopped by an angel. The school of religious thought that celebrates blind faith hails Abraham for his willingness to put obedience to God ahead of filial love.
But there is another, very different lesson that we can draw from the juxtaposition of Genesis 22 with the reading from the first day of Rosh Hashanah, Genesis 21. The key verse is Genesis 22:2. It gets translated as God saying to Abraham: “Take your son, your only [yechidcha] son, the one that you love, Isaac, and go forth to the land of Moriah and offer him up there as a sacrifice.”
“Only son”? We know that Abraham had another son, named Ishmael. He was born out of Abraham’s union with his handmaiden, Hagar. It is only when Sarah gives birth to Isaac in her old age that Ishmael loses standing in the family. This happens when Sarah insists to Abraham that Hagar and Ishmael be banished from the household, all of which is recounted in Genesis 21. Abraham does not question God’s command to sacrifice Isaac. Nor does he question Sarah’s command to banish Hagar and Ishmael. What’s to admire?
In Genesis 22:2 it is hard to accept that God thinks Abraham has only one son. In the previous chapter, God appears to a desperate Hagar, who expects to die in the wilderness with her son. God shows Hagar a well of water, and she picks up her son from the ground and gives him drink. At that moment, God promises to make of Ishmael a great nation. Abraham is thus seen as the father of two great nations, the Jews, through Isaac, and the Arabs, through Ishmael.
Thus yechidcha, “your only son” in Genesis 22:2, must be God’s description of Abraham’s privileging Isaac over Ishmael. This reading is supported by the second part of the sentence, which specifies: “the son that you love.”
Perhaps God is not testing Abraham’s faith as much as he wants him to revisit his behavior toward Ishmael. The same Abraham who pleaded to save the lives of sinners in Sodom and Gomorrah cast his first son into the wilderness at the behest of Sarah without a second thought. Now God wants Abraham to experience the near loss of the son he favored in the hope that he can stir compassion in him for the son he cast out.
After Isaac’s life is spared, Genesis 22:19 tells us that Abraham returned to his entourage waiting for him at the base of the mountain. The Hebrew is vayashav Avraham — “Abraham returned.” It is worth noting that the root of the Hebrew word vayashav is the same as the word for “repentance,” teshuva.
The midrashic tradition suggests that Abraham came to regret how he treated Hagar and Ishmael and sought them out later in his life to make amends. Maybe the binding of Isaac was the beginning of his process of teshuva.
It would be easy for us to make Sarah the villain here, as it is her jealousy that leads to Abraham’s heartless act. But, in fact, we are all subject to the impulse that drives Sarah. We believe that love is a limited resource. If X enjoys love, favor or affection, then there is not enough for me. I thus need to either compete with X, cast aspersions on X’s reputation by speaking ill of him or her, or eliminate him or her. We do this in our families, in our work places, in our congregations and in our politics.
Rosh Hashanah calls on us to repent. Its biblical readings teach us that when we see the world through eyes that are too selfish and self-centered, we destroy the fabric of our families, not only our biological families but the human family as well. The higher self, of which we are capable (and which, for believers, is expected by God), must see that love and compassion can be an ever-expanding commodity rather than a scarce resource to be hoarded. It requires seeing every other person as representing the image of God.
We should not have to come to the verge of losing that which is most precious to us in order to see this truth.
By Sid Schwarz
The Jewish Daily Forward

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Rabbi Sid Schwarz is a senior fellow at CLAL-The National Jewish Center for Learning and Leadership and director of the national interfaith project Faith and the Common Good, based at Auburn Seminary. He is the author of “Judaism and Justice: The Jewish Passion to Repair the World” (Jewish Lights, 2006).