terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Palmas para Hobsbawm: Lula é, de fato, a vanguarda do século 19!
Na manhã de hoje, publiquei um trecho da entrevista que Eric Hobsbawm, historiador marxista inglês, concedeu ao jornal Guardian, reproduzida pela Folha. Trata-se de uma cascata fenomenal, em que Karl Marx, o próprio, é reapresentado como visionário porque teria antevisto a globalização. Uau! Para quem não sabe, trata-se de uma alusão a um trechinho do pequeno Manifesto Comunista. Imaginem! Marx esmagou seus furúnculos anos a fio para escrever montanhas de páginas, coitado!, e acaba sendo exaltado por causa de umas três ou quatro. Sem contar que Camões previu a mesma coisa, mas em versos… Hobsbawm também é saudado como aquele que nunca desistiu da tese das crises cíclicas do capitalismo — e seria igualmente um visionário por isso. Pois é!
Se não me engano, e eu não me engano, na teoria marxista, as tais crises conduziriam esse “modo de produção” ao colapso. No mundo real, quem colapsou com as crises do capital foi o… socialismo! Algo saiu pela culatra… Mas os ingleses têm o direito de ter rainha, seus táxis, seus ônibus, sua batata com peixe e seus marxistas. Os povos e suas tradições… Encantador mesmo foi o elogio que o historiador fez à América Latina, onde, ele deixou claro, Lula é o grande destaque, a saber:
“Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 - baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda - que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem - a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo”
Comento
Hobsbawm está coberto de razão. O PT é mesmo um partido típico do fim do século 19, e a América Latina é a única região do mundo onde se faz política falando a “velha linguagem”. O chato vai ser quando o século 21 vier cobrar o seu preço. Demora ainda um pouco, mas chega a hora.
Aplausos a Hobsbawm: Lula é um vanguardista do século 19!
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
Se não me engano, e eu não me engano, na teoria marxista, as tais crises conduziriam esse “modo de produção” ao colapso. No mundo real, quem colapsou com as crises do capital foi o… socialismo! Algo saiu pela culatra… Mas os ingleses têm o direito de ter rainha, seus táxis, seus ônibus, sua batata com peixe e seus marxistas. Os povos e suas tradições… Encantador mesmo foi o elogio que o historiador fez à América Latina, onde, ele deixou claro, Lula é o grande destaque, a saber:
“Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 - baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda - que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem - a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo”
Comento
Hobsbawm está coberto de razão. O PT é mesmo um partido típico do fim do século 19, e a América Latina é a única região do mundo onde se faz política falando a “velha linguagem”. O chato vai ser quando o século 21 vier cobrar o seu preço. Demora ainda um pouco, mas chega a hora.
Aplausos a Hobsbawm: Lula é um vanguardista do século 19!
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Uma economia viciada em juros elevados?
O Estado de S. Paulo
Antonio Corrêa de Lacerda - Opinião
O governo terá de ter cuidado na calibragem do aumento de juros, por dois principais motivos. O primeiro é que o Brasil já pratica a maior taxa de juro real do mundo e é preciso avaliar corretamente qual a necessidade de elevá-la ainda mais. A taxa Selic, que acaba de ser aumentada para 11,25% ao ano, representa um juro real de 5,5%, quando descontada a inflação prevista para os próximos 12 meses. Isso é mais do que o dobro da média dos países em desenvolvimento e é incompatível com a melhora de todos os indicadores macroeconômicos da economia brasileira nos últimos anos.
O segundo ponto é que é preciso caracterizar claramente a causalidade da inflação atual, que decorre muito mais de choques de oferta do que de pressões de demanda. Grande parte da elevação de inflação decorre de fatores cuja influência da taxa de juros é muito limitada, para não dizer nula, e os quais não controlamos diretamente. É o caso do aumento observado no mercado internacional de commodities, basicamente grãos, combustíveis, metais e outros, que decorre não apenas do crescimento da demanda, mas também de especulação nos mercados financeiros internacionais.
As commodities se tornaram ativos disputados como alternativa de investimentos de grandes fundos, especialmente diante do quadro atual de baixíssimas taxas de juros na maioria dos países. Há ainda fatores sazonais internos, como o impacto das temporadas de chuvas que geram uma inflação localizada e episódica, também descolada de um aumento da demanda que exigisse medidas de contenção.
Seria um erro de diagnóstico, a partir dessas pressões, concluir equivocadamente que seria necessário aumentar a taxa de juros para combatê-las. Depois de um crescimento próximo de 8% em 2010, a economia brasileira deverá se acomodar nos próximos anos, com um crescimento mais perto dos 5%. Naturalmente já está havendo uma desaceleração da taxa de crescimento, o que também vai ocorrer com a restrição de crédito decorrente de medidas que foram tomadas anteriormente pelo governo.
Por último, mas não menos importante, é preciso destacar que o aumento de juros não se trata de uma medida neutra, pois causa tanto efeitos deletérios para a economia produtiva como promove a geração de lucros especulativos no mercado financeiro.
Há um verdadeiro lobby pró elevação de juros, orquestrado por parte daqueles que se beneficiam com a medida, como os credores da dívida pública, que são todos os que aplicam direta ou indiretamente em títulos da dívida pública, e o próprio mercado financeiro, que é intermediário do processo. Como parte desses títulos são pós-fixados, o aumento de juros representa diretamente uma elevação dos seus ganhos.
Não é por acaso que frequentemente assistimos a um aparente "consenso" pela elevação dos juros ou pela sua manutenção em níveis elevados. Há interesses fortíssimos envolvidos que acabam influenciando a opinião pública. Muito pouco se questiona a respeito da real necessidade de manter taxas de juros tão elevadas e, menos ainda, de elevá-las ainda mais. Há um claro processo de acomodação, como se a economia, outrora viciada em inflação, a tivesse substituído pelos juros altos.
Os dados são impressionantes. Como a dívida pública brasileira é da ordem de R$ 1,5 trilhão, seu financiamento tem custado cerca de R$ 190 bilhões ao ano. São recursos que pagamos sob a forma de impostos que o Estado arrecada e transfere aos seus credores.
Cada ponto porcentual de elevação da taxa de juros representa, potencialmente, um gasto adicional de R$ 15 bilhões a cada ano. Isso é mais do que o custo anual de todo o Programa Bolsa-Família, para se ter uma ideia do estrago para as contas públicas.
É muito importante que o Banco Central tenha autonomia, relativamente, ao governo. Mas é também fundamental que não se mantenha refém de movimentos especulativos que privilegiam uma pequena camada da sociedade em detrimento do interesse coletivo.
Por todos os motivos apontados, já passou da hora de uma mudança expressiva. Isso vale tanto para paradigmas que têm que ser questionados, como o piso para a redução dos juros no Brasil, quanto ao sistema de metas de inflação em si, que deve ser preservado, mas precisa ser aperfeiçoado. Há muito a ser feito, desde os indicadores e o prazo para o foco da meta, até a forma de captação das "expectativas" dos agentes do mercado.
É também urgente rever o elevado grau de indexação da economia brasileira, especialmente das tarifas públicas. A correção automática de preços baseada em indicadores que têm pouca relação com a estrutura de custos dos setores, como é o caso do IGP e do IGP-M utilizados na maioria dos contratos, representa uma anomalia, incompatível com a nossa realidade atual.
ECONOMISTA, DOUTOR PELO IE/UNICAMP E PROFESSOR-DOUTOR DO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA DA PUC-SP, É COAUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE "ECONOMIA BRASILEIRA" (SARAIVA).
Antonio Corrêa de Lacerda - Opinião
O governo terá de ter cuidado na calibragem do aumento de juros, por dois principais motivos. O primeiro é que o Brasil já pratica a maior taxa de juro real do mundo e é preciso avaliar corretamente qual a necessidade de elevá-la ainda mais. A taxa Selic, que acaba de ser aumentada para 11,25% ao ano, representa um juro real de 5,5%, quando descontada a inflação prevista para os próximos 12 meses. Isso é mais do que o dobro da média dos países em desenvolvimento e é incompatível com a melhora de todos os indicadores macroeconômicos da economia brasileira nos últimos anos.
O segundo ponto é que é preciso caracterizar claramente a causalidade da inflação atual, que decorre muito mais de choques de oferta do que de pressões de demanda. Grande parte da elevação de inflação decorre de fatores cuja influência da taxa de juros é muito limitada, para não dizer nula, e os quais não controlamos diretamente. É o caso do aumento observado no mercado internacional de commodities, basicamente grãos, combustíveis, metais e outros, que decorre não apenas do crescimento da demanda, mas também de especulação nos mercados financeiros internacionais.
As commodities se tornaram ativos disputados como alternativa de investimentos de grandes fundos, especialmente diante do quadro atual de baixíssimas taxas de juros na maioria dos países. Há ainda fatores sazonais internos, como o impacto das temporadas de chuvas que geram uma inflação localizada e episódica, também descolada de um aumento da demanda que exigisse medidas de contenção.
Seria um erro de diagnóstico, a partir dessas pressões, concluir equivocadamente que seria necessário aumentar a taxa de juros para combatê-las. Depois de um crescimento próximo de 8% em 2010, a economia brasileira deverá se acomodar nos próximos anos, com um crescimento mais perto dos 5%. Naturalmente já está havendo uma desaceleração da taxa de crescimento, o que também vai ocorrer com a restrição de crédito decorrente de medidas que foram tomadas anteriormente pelo governo.
Por último, mas não menos importante, é preciso destacar que o aumento de juros não se trata de uma medida neutra, pois causa tanto efeitos deletérios para a economia produtiva como promove a geração de lucros especulativos no mercado financeiro.
Há um verdadeiro lobby pró elevação de juros, orquestrado por parte daqueles que se beneficiam com a medida, como os credores da dívida pública, que são todos os que aplicam direta ou indiretamente em títulos da dívida pública, e o próprio mercado financeiro, que é intermediário do processo. Como parte desses títulos são pós-fixados, o aumento de juros representa diretamente uma elevação dos seus ganhos.
Não é por acaso que frequentemente assistimos a um aparente "consenso" pela elevação dos juros ou pela sua manutenção em níveis elevados. Há interesses fortíssimos envolvidos que acabam influenciando a opinião pública. Muito pouco se questiona a respeito da real necessidade de manter taxas de juros tão elevadas e, menos ainda, de elevá-las ainda mais. Há um claro processo de acomodação, como se a economia, outrora viciada em inflação, a tivesse substituído pelos juros altos.
Os dados são impressionantes. Como a dívida pública brasileira é da ordem de R$ 1,5 trilhão, seu financiamento tem custado cerca de R$ 190 bilhões ao ano. São recursos que pagamos sob a forma de impostos que o Estado arrecada e transfere aos seus credores.
Cada ponto porcentual de elevação da taxa de juros representa, potencialmente, um gasto adicional de R$ 15 bilhões a cada ano. Isso é mais do que o custo anual de todo o Programa Bolsa-Família, para se ter uma ideia do estrago para as contas públicas.
É muito importante que o Banco Central tenha autonomia, relativamente, ao governo. Mas é também fundamental que não se mantenha refém de movimentos especulativos que privilegiam uma pequena camada da sociedade em detrimento do interesse coletivo.
Por todos os motivos apontados, já passou da hora de uma mudança expressiva. Isso vale tanto para paradigmas que têm que ser questionados, como o piso para a redução dos juros no Brasil, quanto ao sistema de metas de inflação em si, que deve ser preservado, mas precisa ser aperfeiçoado. Há muito a ser feito, desde os indicadores e o prazo para o foco da meta, até a forma de captação das "expectativas" dos agentes do mercado.
É também urgente rever o elevado grau de indexação da economia brasileira, especialmente das tarifas públicas. A correção automática de preços baseada em indicadores que têm pouca relação com a estrutura de custos dos setores, como é o caso do IGP e do IGP-M utilizados na maioria dos contratos, representa uma anomalia, incompatível com a nossa realidade atual.
ECONOMISTA, DOUTOR PELO IE/UNICAMP E PROFESSOR-DOUTOR DO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA DA PUC-SP, É COAUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE "ECONOMIA BRASILEIRA" (SARAIVA).
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Ser agricultor
Não entendo o que acontece no Brasil. A Folha, um jornal que eu respeitava, publica MENTIRAS sobre o Código Florestal e fica por isso mesmo. Nem uma retratação, nada!
Acho que muitos que se dizem "ecologistas" não têm noção do que isso significa. São esquerdopatas "ecoburritas", isso sim. Não há relação nenhuma do Novo Código Florestal com ocupações urbanas em morros. Até porque este código trata de área rural.
Os produtores rurais são o alicerce deste país. Produzimos alimentos de qualidade e baratos como nenhuma nação no mundo! Em todos os países existe apoio à agricultura, aqui no Brasil, existe perseguição.
Talvez muitos pensem que o arroz e feijão venha do supermercado ou é só abrir a geladeira e lá está a carne e leite. Gostaria que passassem um dia vendo como é trabalhoso e prazeroso plantar. É um milagre jogar uma sementinha no chão e, no tempo certo, colher as bênçãos em forma de alimento.
Ser agricultor é mais que uma profissão, é uma dádiva, um dom de Deus.
Deveria ser mais valorizado pois quem vive sem alimento?
Acho que muitos que se dizem "ecologistas" não têm noção do que isso significa. São esquerdopatas "ecoburritas", isso sim. Não há relação nenhuma do Novo Código Florestal com ocupações urbanas em morros. Até porque este código trata de área rural.
Os produtores rurais são o alicerce deste país. Produzimos alimentos de qualidade e baratos como nenhuma nação no mundo! Em todos os países existe apoio à agricultura, aqui no Brasil, existe perseguição.
Talvez muitos pensem que o arroz e feijão venha do supermercado ou é só abrir a geladeira e lá está a carne e leite. Gostaria que passassem um dia vendo como é trabalhoso e prazeroso plantar. É um milagre jogar uma sementinha no chão e, no tempo certo, colher as bênçãos em forma de alimento.
Ser agricultor é mais que uma profissão, é uma dádiva, um dom de Deus.
Deveria ser mais valorizado pois quem vive sem alimento?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Marta Suplicy quer ser relatora do PLC 122
Projeto anti-“homofobia” foi arquivado no Senado, mas Suplicy quer ressuscitá-lo
Julio Severo
O arquivamento do PLC 122 no final de 2010 não me passou despercebido, mas conhecendo o PT, eu achei que era cedo demais para comemorar. Mesmo derrotada na eleição, a ex-senadora Fátima Cleide está lutando para tirar da gaveta o projeto que colocará o Brasil no mesmo nível de países em que leis anti-“homofobia” estão sendo usadas para perseguir os cristãos.
A senadora Marta Suplicy, denunciada em meu livro “O Movimento Homossexual” (publicado pela Editora Betânia em 1998) como a “rainha do movimento gay”, quer ser a relatora do PLC 122, no lugar da derrotada Fátima Cleide. Suplicy terá de colher determinado número de assinaturas de senadores para desengavetar o projeto do PT.
Para ajudá-la, militantes do PT e do movimento homossexual estão preparando um documento público para entregar aos senadores.
Redes de televisão que recebem gordas propagandas de empresas estatais como a Petrobras estarão também dando sua contribuição para a campanha do PT em favor do PLC 122. Aliás, o Canal Notícias R7, do Bispo Edir Macedo e também favorecido por caras propagandas estatais, comenta: ‘O projeto de lei tenta conter o avanço dos crimes cometidos contra homossexuais. De acordo com levantamento do GGB (Grupo Gay da Bahia), 205 gays foram assassinados no Brasil só em 2010. Em 2009, foram 198, 11 a mais que em 2008’”.
O GGB é o grupo fundado por Luiz Mott, acusado de defender a pedofilia. Aliás, já são vários ativistas gays defendendo a pedofilia, mas nem PT, nem Bispo Macedo nem ninguém levanta a voz para denunciar.
Os homens que praticam atos homossexuais vivem um estilo de vida de risco, se prostituindo às altas horas das madrugadas em locais perigosos, e depois ainda querem transformar pacíficos cristãos, que nada têm a ver com sua imoralidade, em culpados pelas suas escolhas imprudentes.
Nós cristãos somos tão misericordiosos e passivos que não nos importamos de sermos feitos sistematicamente de bodes expiatórios. Daí, é fácil para os ativistas gays despejarem caminhões de lixo de acusações falsas em nós. É com essas acusações, estatísticas e informações mentirosas que insanas leis são aprovadas.
As leis pró-homossexualismo na Inglaterra, aprovadas na base da mesma “honestidade”, hoje estão trazendo perseguição— somente para os cristãos. Mas os militantes gays não têm tanta sorte quando lidam com muçulmanos. Quando o ativista homossexual Peter Tatchell e um grupo de militantes gays tentaram protestar num comício de 6 mil militantes islâmicos na Inglaterra, a reação foi imediata: os muçulmanos os ameaçaram de morte. Em seguida, a polícia veio e prendeu — não os que ameaçaram os homossexuais. A polícia prendeu somente os homossexuais que perturbaram o comício islâmico!
Mesmo com leis anti-“homofobia” na Inglaterra, os muçulmanos estão tranquilos. Só os cristãos estão em apuros.
Fonte: www.juliosevero.com
Julio Severo
O arquivamento do PLC 122 no final de 2010 não me passou despercebido, mas conhecendo o PT, eu achei que era cedo demais para comemorar. Mesmo derrotada na eleição, a ex-senadora Fátima Cleide está lutando para tirar da gaveta o projeto que colocará o Brasil no mesmo nível de países em que leis anti-“homofobia” estão sendo usadas para perseguir os cristãos.
A senadora Marta Suplicy, denunciada em meu livro “O Movimento Homossexual” (publicado pela Editora Betânia em 1998) como a “rainha do movimento gay”, quer ser a relatora do PLC 122, no lugar da derrotada Fátima Cleide. Suplicy terá de colher determinado número de assinaturas de senadores para desengavetar o projeto do PT.
Para ajudá-la, militantes do PT e do movimento homossexual estão preparando um documento público para entregar aos senadores.
Redes de televisão que recebem gordas propagandas de empresas estatais como a Petrobras estarão também dando sua contribuição para a campanha do PT em favor do PLC 122. Aliás, o Canal Notícias R7, do Bispo Edir Macedo e também favorecido por caras propagandas estatais, comenta: ‘O projeto de lei tenta conter o avanço dos crimes cometidos contra homossexuais. De acordo com levantamento do GGB (Grupo Gay da Bahia), 205 gays foram assassinados no Brasil só em 2010. Em 2009, foram 198, 11 a mais que em 2008’”.
O GGB é o grupo fundado por Luiz Mott, acusado de defender a pedofilia. Aliás, já são vários ativistas gays defendendo a pedofilia, mas nem PT, nem Bispo Macedo nem ninguém levanta a voz para denunciar.
Os homens que praticam atos homossexuais vivem um estilo de vida de risco, se prostituindo às altas horas das madrugadas em locais perigosos, e depois ainda querem transformar pacíficos cristãos, que nada têm a ver com sua imoralidade, em culpados pelas suas escolhas imprudentes.
Nós cristãos somos tão misericordiosos e passivos que não nos importamos de sermos feitos sistematicamente de bodes expiatórios. Daí, é fácil para os ativistas gays despejarem caminhões de lixo de acusações falsas em nós. É com essas acusações, estatísticas e informações mentirosas que insanas leis são aprovadas.
As leis pró-homossexualismo na Inglaterra, aprovadas na base da mesma “honestidade”, hoje estão trazendo perseguição— somente para os cristãos. Mas os militantes gays não têm tanta sorte quando lidam com muçulmanos. Quando o ativista homossexual Peter Tatchell e um grupo de militantes gays tentaram protestar num comício de 6 mil militantes islâmicos na Inglaterra, a reação foi imediata: os muçulmanos os ameaçaram de morte. Em seguida, a polícia veio e prendeu — não os que ameaçaram os homossexuais. A polícia prendeu somente os homossexuais que perturbaram o comício islâmico!
Mesmo com leis anti-“homofobia” na Inglaterra, os muçulmanos estão tranquilos. Só os cristãos estão em apuros.
Fonte: www.juliosevero.com
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Charadas da “religião verde”: reforma agrária socialista pode desmatar, produtores privados não!
Se for produtor rural, 'verdes' gritam crime!, pelo mundo todo.
Se for assentamento, agem como se nada fosse
Os assentamentos de reforma agrária figuravam havia mais de dois anos no topo da lista dos maiores desmatadores das florestas do país.
Mas, agora, um levantamento encomendado pelo jornal carioca “O Globo” constatou outra assustadora desordem: só 21% dos 8.763 assentamentos da reforma agrária brasileira têm licença ambiental.
Em outros termos, quatro em cada cinco assentamentos do INCRA estão na ilegalidade e nessas áreas também podem estar ocorrendo crimes ambientais, segundo o jornal.
Para o IBAMA, parte significativa dos crimes ambientais na Amazônia ocorre dentro dos assentamentos do governo federal. Em 2010, dos 1.326 autos de infração lavrados por desmatamento, 18,5% ocorreram nas áreas do governo onde funciona ‒ ou deveria funcionar ‒ a reforma agrária.
'Verdes' só fazem campanha contra o progresso da lavoura brasileira
A reportagem acrescenta que em setembro de 2008, segundo o Ministério do Meio Ambiente o INCRA reinava nas seis primeiras posições da lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia.
O órgão foi autuado pela destruição de 292.070 hectares de floresta em oito assentamentos.
Entre os crimes cometidos estavam a ausência de licença ambiental, a retirada de vegetação nativa sem autorização do IBAMA e das secretarias estaduais e o de impedir que matas primárias se regenerassem, escreveu “O Globo”.
Os então ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e o presidente do INCRA, Rolf Hackbart alegaram que a lista do IBAMA continha erros crassos.
O então presidente Lula ordenou uma auditoria para checar os dados. O resultado, porém, foi mais grave para os assentamentos da reforma agrária. Estes, na realidade tinham cometido 18% mais desmatamentos que o constatado inicialmente.
A reportagem suscita uma reflexão óbvia: por que a propaganda verde, no Brasil e no mundo, tão contrária à iniciativa privada, quando se trata de desmatamento, não faz uma denúncia equânime dos maiores “criminosos ambientais” da Amazônia?
A resposta, porém, salta aos olhos: a afinidade ideológica entre o socialismo utópico e anticapitalista do movimento verde e do socialismo ‒ também utópico ‒, da reforma agrária socialista e confiscatória brasileira.
Na realidade, a Amazônia precisa ser salva do 'socialismo verde'
Em nome da utopia comum, “verdes” e revolucionários agraristas fazem vistas grossas para aquilo que segundo eles é um dos piores crimes contra o planeta.
Assim o qualificam quando os acusados ‒ verdadeiramente ou falsamente, aí pouco importa ‒ são cidadãos que procuram expandir a lavoura brasileira e adquirirem justa e merecidamente propriedades privadas para eles e suas famílias, beneficiando regiões empobrecidas e o próprio País.
Mas, se forem colegas de utopia 'sem-terra', 'índios', 'quilombolas', 'afetados pelas barragens' ou amigos dos teólogos da libertação vale tudo, e os “zelotas do planeta” fingem não perceber.
Fonte: blog 'Verde: a cor nova do comunismo'
http://www.paznocampo.org.br/Blog/blog_db.asp?notif=s
Se for assentamento, agem como se nada fosse
Os assentamentos de reforma agrária figuravam havia mais de dois anos no topo da lista dos maiores desmatadores das florestas do país.
Mas, agora, um levantamento encomendado pelo jornal carioca “O Globo” constatou outra assustadora desordem: só 21% dos 8.763 assentamentos da reforma agrária brasileira têm licença ambiental.
Em outros termos, quatro em cada cinco assentamentos do INCRA estão na ilegalidade e nessas áreas também podem estar ocorrendo crimes ambientais, segundo o jornal.
Para o IBAMA, parte significativa dos crimes ambientais na Amazônia ocorre dentro dos assentamentos do governo federal. Em 2010, dos 1.326 autos de infração lavrados por desmatamento, 18,5% ocorreram nas áreas do governo onde funciona ‒ ou deveria funcionar ‒ a reforma agrária.
'Verdes' só fazem campanha contra o progresso da lavoura brasileira
A reportagem acrescenta que em setembro de 2008, segundo o Ministério do Meio Ambiente o INCRA reinava nas seis primeiras posições da lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia.
O órgão foi autuado pela destruição de 292.070 hectares de floresta em oito assentamentos.
Entre os crimes cometidos estavam a ausência de licença ambiental, a retirada de vegetação nativa sem autorização do IBAMA e das secretarias estaduais e o de impedir que matas primárias se regenerassem, escreveu “O Globo”.
Os então ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e o presidente do INCRA, Rolf Hackbart alegaram que a lista do IBAMA continha erros crassos.
O então presidente Lula ordenou uma auditoria para checar os dados. O resultado, porém, foi mais grave para os assentamentos da reforma agrária. Estes, na realidade tinham cometido 18% mais desmatamentos que o constatado inicialmente.
A reportagem suscita uma reflexão óbvia: por que a propaganda verde, no Brasil e no mundo, tão contrária à iniciativa privada, quando se trata de desmatamento, não faz uma denúncia equânime dos maiores “criminosos ambientais” da Amazônia?
A resposta, porém, salta aos olhos: a afinidade ideológica entre o socialismo utópico e anticapitalista do movimento verde e do socialismo ‒ também utópico ‒, da reforma agrária socialista e confiscatória brasileira.
Na realidade, a Amazônia precisa ser salva do 'socialismo verde'
Em nome da utopia comum, “verdes” e revolucionários agraristas fazem vistas grossas para aquilo que segundo eles é um dos piores crimes contra o planeta.
Assim o qualificam quando os acusados ‒ verdadeiramente ou falsamente, aí pouco importa ‒ são cidadãos que procuram expandir a lavoura brasileira e adquirirem justa e merecidamente propriedades privadas para eles e suas famílias, beneficiando regiões empobrecidas e o próprio País.
Mas, se forem colegas de utopia 'sem-terra', 'índios', 'quilombolas', 'afetados pelas barragens' ou amigos dos teólogos da libertação vale tudo, e os “zelotas do planeta” fingem não perceber.
Fonte: blog 'Verde: a cor nova do comunismo'
http://www.paznocampo.org.br/Blog/blog_db.asp?notif=s
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