Estado de São Paulo
Marcelo Rehder
Participação da indústria de transformação no PIB caiu de 27% para 16% nos últimos 20 anos; para setor, quadro é de difícil reversão
Pressionada pelas importações, a indústria brasileira de transformação perdeu R$ 17,3 bilhões de produção e deixou de gerar 46 mil postos de trabalho em apenas nove meses de 2010. A informação é de um estudo inédito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) que mediu o impacto que o processo de perda relativa do setor na formação do Produto Interno Bruto (PIB) apresenta na economia brasileira.
Em dois anos, o chamado coeficiente de importação, que mede o porcentual da demanda interna suprido por produtos vindos do exterior, subiu quase dois pontos. Passou de 19,6%, no acumulado de janeiro a setembro de 2008 (pré-crise), para 21,2%, no mesmo período de 2010.
Se o setor não tivesse perdido participação para os produtos estrangeiros, as importações do setor cairiam de R$ 232,4 bilhões para R$ 215,1 bilhões, segundo a Fiesp. Ao mesmo tempo, a produção doméstica subiria de R$ 1,055 trilhão para R$ 1,072 trilhão. Esse crescimento da produção, de 1,6%, geraria aumento de 0,58% do emprego industrial.
"O País não pode se dar ao luxo de abrir mão de sua indústria na sua estratégia de desenvolvimento", afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
No fim dos anos 1980, a indústria de transformação representava 27% do PIB brasileiro. Hoje, baixou para 16%, calcula a Fiesp com base na nova metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia Estatísticas (IBGE), adotada a partir de 2007.
"É uma equação difícil de ser resolvida e não tem solução de curto prazo", diz Paulo Francini, diretor do departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp. "Além do problema do cambio valorizado, há a questão do custo Brasil, que acentua a perda de competitividade da nossa indústria."
Não é de hoje que a indústria vem perdendo espaço. "O País está se desindustrializando desde 1992", diz o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira.
Para ele, o Brasil perdeu a possibilidade de "neutralizar a tendência estrutural à sobreposição cíclica da taxa de câmbio" quando fez a abertura financeira, no quadro de acordo com o FMI. "Em consequência, a moeda nacional se apreciou, as oportunidades de investimentos lucrativos voltados para a exportação diminuíram, a poupança caiu, o mercado interno foi inundado por bens importados e muitas empresas nacionais deixaram de crescer ou mesmo quebraram."
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Notícias Importantes
UDR vê risco de confronto em invasões do MST
Movimento inicia neste mês jornada de ocupações conhecida como 'janeiro quente' para pressionar por reforma agrária
José Maria Tomazela, especial para o Estado de S. Paulo
SOROCABA - O presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antonio Nabhan Garcia, alertou neste domingo para o risco de enfrentamento entre sem-terra e fazendeiros durante a jornada de ocupações conhecida como "janeiro quente" do Movimento dos Sem-Terra (MST).
Na semana passada, militantes invadiram três fazendas e dois prédios públicos no interior de São Paulo. A mobilização para pressionar o governo a acelerar a reforma agrária vai continuar até meados do mês, conforme anunciou o movimento. De acordo com Garcia, muitos fazendeiros que já sofreram invasões estão dispostos a impedir uma nova ocupação. "O proprietário pode exercer o direito legítimo de defesa da propriedade, mas nosso receio é de que possa acontecer alguma fatalidade."
Para o ruralista, como as invasões são anunciadas com antecedência, o governo tem o dever de agir para evitar que aconteçam. "As lideranças desses movimentos são conhecidas", disse. Ele criticou a decisão da nova secretária estadual de Justiça e da Defesa da Cidadania, Eloísa de Souza Arruda, de convidar as lideranças dos movimentos para uma reunião, na próxima terça-feira. "É inaceitável que o governo chame para o diálogo quem está fora da lei." Segundo ele, o Estado contribui para o conflito no campo ao reivindicar terras supostamente devolutas, como as do Pontal do Paranapanema.
No ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou ação movida pelo Estado e declarou devolutos 92,6 mil hectares no Pontal. As terras se tornaram alvo do MST. "Os produtores trabalham nessas terras há mais de 100 anos, mas o governo se apega a um problema ocorrido nos tempos do império para alegar que são áreas públicas", reclama Garcia. A secretária da Justiça não foi localizada, mas a reportagem apurou que ela também se reunirá com representantes dos ruralistas, na próxima quinta-feira.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,udr-ve-risco-de-confronto-em-invasoes-do-mst,663964,0.htm
Embrapa fica onde está para não piorar conflito entre PMDB e PT
por João Bosco Rabello
Coube a Michel Temer o papel de articular junto à presidente Dilma Rousseff e ao chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, o adiamento das nomeações para os cargos de segundo escalão para o fim do mês.
O objetivo é ganhar tempo a fim de aprofundar o diálogo e serenar os ânimos mais exaltados.
Uma das propostas que deixou peemedebistas de cabelos em pé, mas que não se concretizará, partiu do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que cogitou trazer para sua pasta a Embrapa.
A estatal, que é vinculada ao Ministério da Agricultura, sob controle do PMDB, tem orçamento milionário. Até o final do ano, o PAC da Embrapa, lançado em 2008, terá arrecadado cerca de R$ 600 milhões.
Fora de hora, a idéia, se consumada, seria a gota d’água na crise entre os dois partidos principais da aliança. Por isso, não durou 24 horas e sua autoria já é negada.
Agora, é tratá-la como algo que nunca existiu. Mais uma invenção da mídia.
http://blogs.estadao.com.br/joao-bosco/embrapa-fica-onde-esta-para-nao-piorar-conflito-entre-pmdb-e-pt/
Comento:
A Agropecuária, responsável por manter a balança comercial positiva, tem sido constantemente alvo de problemas e dificuldades. O MST, não bastasse ser mantido pelo governo Lula e agora pelo Dilma, avisa que vai pressionar -o que significa mais invasões e prejuízos para os agricultores- com o pretexto de acelerar a reforma agrária e o governo estadual de São Paulo chama para diálogo?
Não tem limites a impunidade no Brasil.
E o consolo??? Pensar que a EMBRAPA poderia ter ido parar na "administração" ministerial de Aloizio Mercadante e por interesses políticos não irá! Realmente estamos bem servidos!
Quando será que seremos reconhecidos pelo nosso trabalho?
Quando os ambientalistas verão que sem comida não haverá vida no planeta?
Se pudesse mandaria todos "plantar batatas" mas, como? Todos acham que a comida já vem pronta e é só comprar no supermercado!
Só Deus e quem tem o dom de plantar e colher pode realizar o milagre de produzir alimentos.
Só quem vive da terra e depende dela pode saber como é difícil ser agricultor no Brasil.
Movimento inicia neste mês jornada de ocupações conhecida como 'janeiro quente' para pressionar por reforma agrária
José Maria Tomazela, especial para o Estado de S. Paulo
SOROCABA - O presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antonio Nabhan Garcia, alertou neste domingo para o risco de enfrentamento entre sem-terra e fazendeiros durante a jornada de ocupações conhecida como "janeiro quente" do Movimento dos Sem-Terra (MST).
Na semana passada, militantes invadiram três fazendas e dois prédios públicos no interior de São Paulo. A mobilização para pressionar o governo a acelerar a reforma agrária vai continuar até meados do mês, conforme anunciou o movimento. De acordo com Garcia, muitos fazendeiros que já sofreram invasões estão dispostos a impedir uma nova ocupação. "O proprietário pode exercer o direito legítimo de defesa da propriedade, mas nosso receio é de que possa acontecer alguma fatalidade."
Para o ruralista, como as invasões são anunciadas com antecedência, o governo tem o dever de agir para evitar que aconteçam. "As lideranças desses movimentos são conhecidas", disse. Ele criticou a decisão da nova secretária estadual de Justiça e da Defesa da Cidadania, Eloísa de Souza Arruda, de convidar as lideranças dos movimentos para uma reunião, na próxima terça-feira. "É inaceitável que o governo chame para o diálogo quem está fora da lei." Segundo ele, o Estado contribui para o conflito no campo ao reivindicar terras supostamente devolutas, como as do Pontal do Paranapanema.
No ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou ação movida pelo Estado e declarou devolutos 92,6 mil hectares no Pontal. As terras se tornaram alvo do MST. "Os produtores trabalham nessas terras há mais de 100 anos, mas o governo se apega a um problema ocorrido nos tempos do império para alegar que são áreas públicas", reclama Garcia. A secretária da Justiça não foi localizada, mas a reportagem apurou que ela também se reunirá com representantes dos ruralistas, na próxima quinta-feira.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,udr-ve-risco-de-confronto-em-invasoes-do-mst,663964,0.htm
Embrapa fica onde está para não piorar conflito entre PMDB e PT
por João Bosco Rabello
Coube a Michel Temer o papel de articular junto à presidente Dilma Rousseff e ao chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, o adiamento das nomeações para os cargos de segundo escalão para o fim do mês.
O objetivo é ganhar tempo a fim de aprofundar o diálogo e serenar os ânimos mais exaltados.
Uma das propostas que deixou peemedebistas de cabelos em pé, mas que não se concretizará, partiu do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que cogitou trazer para sua pasta a Embrapa.
A estatal, que é vinculada ao Ministério da Agricultura, sob controle do PMDB, tem orçamento milionário. Até o final do ano, o PAC da Embrapa, lançado em 2008, terá arrecadado cerca de R$ 600 milhões.
Fora de hora, a idéia, se consumada, seria a gota d’água na crise entre os dois partidos principais da aliança. Por isso, não durou 24 horas e sua autoria já é negada.
Agora, é tratá-la como algo que nunca existiu. Mais uma invenção da mídia.
http://blogs.estadao.com.br/joao-bosco/embrapa-fica-onde-esta-para-nao-piorar-conflito-entre-pmdb-e-pt/
Comento:
A Agropecuária, responsável por manter a balança comercial positiva, tem sido constantemente alvo de problemas e dificuldades. O MST, não bastasse ser mantido pelo governo Lula e agora pelo Dilma, avisa que vai pressionar -o que significa mais invasões e prejuízos para os agricultores- com o pretexto de acelerar a reforma agrária e o governo estadual de São Paulo chama para diálogo?
Não tem limites a impunidade no Brasil.
E o consolo??? Pensar que a EMBRAPA poderia ter ido parar na "administração" ministerial de Aloizio Mercadante e por interesses políticos não irá! Realmente estamos bem servidos!
Quando será que seremos reconhecidos pelo nosso trabalho?
Quando os ambientalistas verão que sem comida não haverá vida no planeta?
Se pudesse mandaria todos "plantar batatas" mas, como? Todos acham que a comida já vem pronta e é só comprar no supermercado!
Só Deus e quem tem o dom de plantar e colher pode realizar o milagre de produzir alimentos.
Só quem vive da terra e depende dela pode saber como é difícil ser agricultor no Brasil.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A farsa do vitimismo afro-descendente
João Carlos de Almeida
Semana passada traduzimos um post intitulado O que fazer a respeito da violência inter-racial negra?, do blog View from the Right. Paul K. começa afirmando que achava que os donos de cinema deveriam ter o direito de proibirem a entrada de grupos de adolescentes negros, por "serem escandalosos e incomodarem os outros" e terem "propensão à violência." Em seguida, ele menciona três episódios recentes de violência extrema cometidas por negros contra brancos e asiáticos nos Estados Unidos (registrados em vídeo) e chama atenção para o fato de que a imprensa nunca comenta o fato de que a violência inter-racial no país é praticamente sempre de negros contra brancos e amarelos e não o contrário.
Que algo em torno de noventa por cento de todos os crimes violentos cometidos nos Estados Unidos são obra de negros e latinos é fato que até os demagogos esquerdistas do partido Democrata sabem. Mas, para fazer justiça a Paul K., gostaríamos de deixar registrados dois eventos recentes.
Um é o fato de um marine recém-chegado do Afeganistão ter sido espancado na noite de Natal, juntamente com sua esposa, por um grupo de marginais adolescentes negros em Brandentown, na Flórida, ao saírem de um cinema. Motivo: ele havia pedido a eles, que estavam fazendo arruaça durante o filme que assistiam, que se aquietassem.
Como comenta o blogueiro Van Helsing, de cuja página tiramos esta matéria, "A razão pela qual este não foi um incidente racial é porque as vítimas eram brancas e os agressores, evidentemente, negros."
A outra matéria é esta sobre um arrastão de dezenas de (adivinhe) marginais adolescentes negros a um shopping em Milwaukee, no Winsconsin, no último domingo. A imprensa, em sua novilíngua esquerdista, se referiu ao bando como "jovens rebeldes" [unruly young people]. JOVENS REBELDES?
Vendo barbaridades como estas, dá para entender perfeitamente o que motivou as antigas leis de segregação racial nos estados do sul dos Estados Unidos. Os dados disponíveis sobre a criminalidade americana durante o século XIX e início do século XX já apontavam um envolvimento imensamente desproporcional da população negra em crimes violentos.
Eu mesmo que escrevo agora isto aqui não sou branco. Sou mestiço. Meu avô paterno era negro e meu pai é mulato. Não se trata aqui de um supremacista branco malhando os negros. Pelo contrário. Estes marginais aí são, de certa forma, meus "manos", como eles mesmos dizem. Daí meu nojo em relação à coisa toda. Nós negros e mestiços deveríamos dar graças a Deus todos os dias por podermos viver em nações ocidentais decentes ao invés de em alguma ditadura africana. Se estas pessoas aí de fato odeiam tanto os brancos, por que diabos preferem sofrer no meio deles, ao invés de voltarem para a África? Como disse o Michael Savage há uns meses atrás para um ouvinte negro, racista e revoltado com os brancos que governam o país, "Sob o governo de qual ditador africano você preferiria viver, então?"
Já passou da hora de nós "afro-descendentes" (o termo é demagógico e esquerdista, mas vai ele mesmo) pararmos com esta farsa de vitimismo e desejo de reparações. Os Estados Unidos e o Brasil não têm "dívida histórica" nenhuma conosco. Nós é que devemos e muito a estes países, que nos deram de presente verdadeiras civilizações já prontas, que jamais conseguiríamos construir se tivéssemos ficados no continente africano. Se nossos antepassados não tivessem sido trazidos como escravos para a América, estaríamos infinitamente pior hoje. E como é que demonstramos nossa gratidão a estas nações? Dê uma olhada nos dados disponíveis sobre criminalidade e nas pesquisas eleitorais de ambos os países e você vai ver.
Se há vítimas raciais hoje nos Estados Unidos e no Brasil são os brancos, não nós. Somos nós que estupramos, matamos e os roubamos, não o contrário.
Quem votou em massa no Lula e na Dilma, que estão comprometidos com a escravização socialista do país, só para ganhar esmolas do PT, foi a população negra e mestiça, pobre e analfabeta, que está se lixando para os rumos que a nação está tomando. Quem vota em massa nos democratas, que estão comprometidos com a depredação socialista dos Estados Unidos, é a população negra, numa proporção que não se vê em nenhum outro grupo étnico do país. Se depender dos negros americanos, o país vai virar um novo Zimbábue. Olhe aqui o que cinco administrações consecutivas de prefeitos democratas negros, eleitos com o voto maciço da população negra, fizeram com Detroit, que já foi uma das cidades mais ricas do país.
Chega dessa besteira de vitimismo, revanchismo e reparacionsimo negro. Nossa contribuição para nossos países foi mínima e o ônus que trazemos, imenso. Quem constrói os prédios bonitos somos nós negros e mestiços, sim, mas quem vai assaltar os moradores que vão morar lá e estuprar suas filhas também somos nós, além de votarmos em massa nos políticos esquerdistas que vão roubar o dinheiro deles por meio de impostos escorchantes. Impostos estes que, por sua vez, serão usados para pagar por projetos assistencialistas voltados para nossas "comunidades carentes" — o novo nome que inventaram para 'favelas' — e para construir escolas públicas que nós, negros e mestiços pobres, vamos depredar.
Vamos parar de fingir que não sabemos disto tudo.
João Carlos de Almeida é um dos editores do blog Dextra.
Fonte: Mídia Sem Máscara
Semana passada traduzimos um post intitulado O que fazer a respeito da violência inter-racial negra?, do blog View from the Right. Paul K. começa afirmando que achava que os donos de cinema deveriam ter o direito de proibirem a entrada de grupos de adolescentes negros, por "serem escandalosos e incomodarem os outros" e terem "propensão à violência." Em seguida, ele menciona três episódios recentes de violência extrema cometidas por negros contra brancos e asiáticos nos Estados Unidos (registrados em vídeo) e chama atenção para o fato de que a imprensa nunca comenta o fato de que a violência inter-racial no país é praticamente sempre de negros contra brancos e amarelos e não o contrário.
Que algo em torno de noventa por cento de todos os crimes violentos cometidos nos Estados Unidos são obra de negros e latinos é fato que até os demagogos esquerdistas do partido Democrata sabem. Mas, para fazer justiça a Paul K., gostaríamos de deixar registrados dois eventos recentes.
Um é o fato de um marine recém-chegado do Afeganistão ter sido espancado na noite de Natal, juntamente com sua esposa, por um grupo de marginais adolescentes negros em Brandentown, na Flórida, ao saírem de um cinema. Motivo: ele havia pedido a eles, que estavam fazendo arruaça durante o filme que assistiam, que se aquietassem.
Como comenta o blogueiro Van Helsing, de cuja página tiramos esta matéria, "A razão pela qual este não foi um incidente racial é porque as vítimas eram brancas e os agressores, evidentemente, negros."
A outra matéria é esta sobre um arrastão de dezenas de (adivinhe) marginais adolescentes negros a um shopping em Milwaukee, no Winsconsin, no último domingo. A imprensa, em sua novilíngua esquerdista, se referiu ao bando como "jovens rebeldes" [unruly young people]. JOVENS REBELDES?
Vendo barbaridades como estas, dá para entender perfeitamente o que motivou as antigas leis de segregação racial nos estados do sul dos Estados Unidos. Os dados disponíveis sobre a criminalidade americana durante o século XIX e início do século XX já apontavam um envolvimento imensamente desproporcional da população negra em crimes violentos.
Eu mesmo que escrevo agora isto aqui não sou branco. Sou mestiço. Meu avô paterno era negro e meu pai é mulato. Não se trata aqui de um supremacista branco malhando os negros. Pelo contrário. Estes marginais aí são, de certa forma, meus "manos", como eles mesmos dizem. Daí meu nojo em relação à coisa toda. Nós negros e mestiços deveríamos dar graças a Deus todos os dias por podermos viver em nações ocidentais decentes ao invés de em alguma ditadura africana. Se estas pessoas aí de fato odeiam tanto os brancos, por que diabos preferem sofrer no meio deles, ao invés de voltarem para a África? Como disse o Michael Savage há uns meses atrás para um ouvinte negro, racista e revoltado com os brancos que governam o país, "Sob o governo de qual ditador africano você preferiria viver, então?"
Já passou da hora de nós "afro-descendentes" (o termo é demagógico e esquerdista, mas vai ele mesmo) pararmos com esta farsa de vitimismo e desejo de reparações. Os Estados Unidos e o Brasil não têm "dívida histórica" nenhuma conosco. Nós é que devemos e muito a estes países, que nos deram de presente verdadeiras civilizações já prontas, que jamais conseguiríamos construir se tivéssemos ficados no continente africano. Se nossos antepassados não tivessem sido trazidos como escravos para a América, estaríamos infinitamente pior hoje. E como é que demonstramos nossa gratidão a estas nações? Dê uma olhada nos dados disponíveis sobre criminalidade e nas pesquisas eleitorais de ambos os países e você vai ver.
Se há vítimas raciais hoje nos Estados Unidos e no Brasil são os brancos, não nós. Somos nós que estupramos, matamos e os roubamos, não o contrário.
Quem votou em massa no Lula e na Dilma, que estão comprometidos com a escravização socialista do país, só para ganhar esmolas do PT, foi a população negra e mestiça, pobre e analfabeta, que está se lixando para os rumos que a nação está tomando. Quem vota em massa nos democratas, que estão comprometidos com a depredação socialista dos Estados Unidos, é a população negra, numa proporção que não se vê em nenhum outro grupo étnico do país. Se depender dos negros americanos, o país vai virar um novo Zimbábue. Olhe aqui o que cinco administrações consecutivas de prefeitos democratas negros, eleitos com o voto maciço da população negra, fizeram com Detroit, que já foi uma das cidades mais ricas do país.
Chega dessa besteira de vitimismo, revanchismo e reparacionsimo negro. Nossa contribuição para nossos países foi mínima e o ônus que trazemos, imenso. Quem constrói os prédios bonitos somos nós negros e mestiços, sim, mas quem vai assaltar os moradores que vão morar lá e estuprar suas filhas também somos nós, além de votarmos em massa nos políticos esquerdistas que vão roubar o dinheiro deles por meio de impostos escorchantes. Impostos estes que, por sua vez, serão usados para pagar por projetos assistencialistas voltados para nossas "comunidades carentes" — o novo nome que inventaram para 'favelas' — e para construir escolas públicas que nós, negros e mestiços pobres, vamos depredar.
Vamos parar de fingir que não sabemos disto tudo.
João Carlos de Almeida é um dos editores do blog Dextra.
Fonte: Mídia Sem Máscara
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Dilma, interrompida
Demétrio Magnoli
Ah, o exagero – a sombra monstruosa do exagero. “Lula estará conosco.” “Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade”: “o maior líder que este país já teve.” “Seu nome já está cravado no coração do povo.” Não é o elogio incisivo, mesmo mais que protocolar, ao presidente que saiu, companheiro de partido, responsável por seu triunfo. É a louvação desmedida, o adjetivo incontido, o culto despropositado, a metáfora de ressonâncias religiosas. “Sob sua liderança, o povo brasileiro fez a travessia para uma outra margem da história.” É Moisés, na travessia das águas e na jornada pelo deserto. Nos seus dois discursos de posse, Dilma Rousseff apalpou a linguagem das tiranias personificadas.
Condutor? Comandante? Eterno Presidente? Líder Genial dos Povos? Grande Timoneiro? A linguagem faz diferença, pois a política, em tempos de paz, é feita de palavras. Democracia é o regime das instituições, não dos líderes. Nas Repúblicas democráticas, nenhum líder sintetiza o povo – e exatamente por isso existem oposições legais. Delinquindo nos interstícios da lei, a Petrobrás batizou com o nome de Lula o campo petrolífero de Tupi. O culto a Lula é uma ferida na alma da democracia. Dilma subiu a rampa fazendo as orações desse culto bizarro.
Os discursos de posse de Dilma devem ser lidos como harmonias interrompidas. A presidente tenta desabrochar, insinua-se e esboça um aceno; ansiosa, tropeça e cai. Aqui e ali, por todos os lados, encontram-se os indícios da sua vontade de governar “para todos os brasileiros e brasileiras”. Mas o propósito se estiola no caminho, sempre que colide com um dogma do lulismo.
Há o desejo discernível e, contudo, frustrado de construir uma narrativa realista do período pós-ditadura militar. “Um governo se alicerça no acúmulo de conquistas realizadas ao longo da história. Por isso, ao saudar os avanços extraordinários recentes, é justo lembrar que muitos, a seu tempo e seu modo, deram grandes contribuições às conquistas do Brasil de hoje.” Ela poderia ter dito: José Sarney consolidou as liberdades políticas, Fernando Collor iniciou a abertura comercial, Itamar Franco fez o Plano Real, FHC ergueu o edifício da estabilidade econômica. Mas não disse, pois pronunciar o nome de um predecessor seria incorrer no pecado da apostasia: a negação da primazia de Lula.
Lula falou quase sempre como chefe de uma facção – e, no dia de passar a faixa, referiu-se ainda aos opositores como “inimigos”. Dilma, ao contrário, almeja falar como a “presidente de todos”. Ela estendeu a mão aos partidos de oposição, sem pedir a ninguém “que abdique de suas convicções”. Com o olho posto nas lições da campanha eleitoral, enfatizou o imperativo do combate à corrupção e declarou um compromisso “inegociável” com as liberdades individuais, de religião, de imprensa e de opinião. “Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras”, assegurou, reproduzindo a fórmula empregada no discurso de vitória. A declaração será posta à prova logo mais, quando a presidente abrir a gaveta onde repousa o projeto de controle estatal de conteúdos dos meios de comunicação, um presente de grego deixado por Franklin Martins, em nome de Lula.
Dilma prometeu uma política externa “baseada nos valores clássicos da diplomacia brasileira”, oferecendo uma justificativa cifrada para o afastamento de Celso Amorim. Recitou, um a um, os princípios inscritos na Constituição: promoção da paz, não intervenção, defesa dos direitos humanos. “Direitos humanos”, ela disse! É uma censura indireta a Lula, que elogiava ditaduras e traçava paralelos abomináveis entre presos políticos e criminosos comuns.
Entretanto, os interditos pontilham a estrada como campos minados. Logo depois dos direitos humanos, apartando-se do texto constitucional, Dilma mencionou o “multilateralismo”. Em tese, o termo significa, apenas, o fortalecimento das instituições multilaterais, como a ONU, o FMI e o G-20. Na linguagem codificada do lulismo, condensa o impulso antiamericano que moldou a desastrada aproximação com o Irã. O “multilateralismo”, nessa acepção pervertida, combina com a permanência de Marco Aurélio Garcia no posto de chanceler fantasma. “Lula estará conosco”, lembrou a presidente que se sabe tutelada.
“Eu troquei meu nome e coloquei Dilma lá na cédula”, avisou Lula na campanha eleitoral. O ex-presidente interpreta o novo governo como seu terceiro mandato e para exercer a tutela nomeou dois primeiros-ministros informais: Antônio Palocci, tutor externo, e Gilberto Carvalho, tutor interno. Ambos cometeram atos falhos antes do encerramento do primeiro dia de governo. Palocci dirigiu um pedido aos ministros: “Tenham-me como um de vocês, um da equipe, um do time.” Ninguém que é “um de vocês” fala assim. Carvalho declarou em entrevista: “Lula não precisa de mim. Seria muita pretensão querer ser o espião do Lula no Planalto.” O sarcasmo involuntário continua a ser sarcasmo.
Marta Suplicy nunca aprendeu a arte política da sublimação do desejo: a senadora proclama, gritando, o que deve ser sussurrado. Certa vez, nos bastidores de uma reunião da Direção Nacional do PT, incorporou a persona da rainha de Alice para exigir, aos berros, a expulsão imediata de uma corrente minoritária. Agora, na posse da presidente, alertou para a presença perene de Lula – “ele estará sempre disposto a ajudar Dilma no que ela precisar” – e enviou uma mensagem a interlocutores genéricos: “Há uma parceria entre Dilma e Lula que ninguém quebra.”
Ninguém quebra? Se Marta tiver razão, Dilma não será, jamais, a “presidente de todos” – e não será nem mesmo a chefe de uma facção. Mas ela pode estar errada, pois a infalibilidade é um atributo exclusivo de Lula. Nessa hipótese, para o bem da democracia, o Brasil terá uma presidente, não um governo subterrâneo.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 06/01/11
http://www.imil.org.br/artigos/dilma-interrompida/
Ah, o exagero – a sombra monstruosa do exagero. “Lula estará conosco.” “Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade”: “o maior líder que este país já teve.” “Seu nome já está cravado no coração do povo.” Não é o elogio incisivo, mesmo mais que protocolar, ao presidente que saiu, companheiro de partido, responsável por seu triunfo. É a louvação desmedida, o adjetivo incontido, o culto despropositado, a metáfora de ressonâncias religiosas. “Sob sua liderança, o povo brasileiro fez a travessia para uma outra margem da história.” É Moisés, na travessia das águas e na jornada pelo deserto. Nos seus dois discursos de posse, Dilma Rousseff apalpou a linguagem das tiranias personificadas.
Condutor? Comandante? Eterno Presidente? Líder Genial dos Povos? Grande Timoneiro? A linguagem faz diferença, pois a política, em tempos de paz, é feita de palavras. Democracia é o regime das instituições, não dos líderes. Nas Repúblicas democráticas, nenhum líder sintetiza o povo – e exatamente por isso existem oposições legais. Delinquindo nos interstícios da lei, a Petrobrás batizou com o nome de Lula o campo petrolífero de Tupi. O culto a Lula é uma ferida na alma da democracia. Dilma subiu a rampa fazendo as orações desse culto bizarro.
Os discursos de posse de Dilma devem ser lidos como harmonias interrompidas. A presidente tenta desabrochar, insinua-se e esboça um aceno; ansiosa, tropeça e cai. Aqui e ali, por todos os lados, encontram-se os indícios da sua vontade de governar “para todos os brasileiros e brasileiras”. Mas o propósito se estiola no caminho, sempre que colide com um dogma do lulismo.
Há o desejo discernível e, contudo, frustrado de construir uma narrativa realista do período pós-ditadura militar. “Um governo se alicerça no acúmulo de conquistas realizadas ao longo da história. Por isso, ao saudar os avanços extraordinários recentes, é justo lembrar que muitos, a seu tempo e seu modo, deram grandes contribuições às conquistas do Brasil de hoje.” Ela poderia ter dito: José Sarney consolidou as liberdades políticas, Fernando Collor iniciou a abertura comercial, Itamar Franco fez o Plano Real, FHC ergueu o edifício da estabilidade econômica. Mas não disse, pois pronunciar o nome de um predecessor seria incorrer no pecado da apostasia: a negação da primazia de Lula.
Lula falou quase sempre como chefe de uma facção – e, no dia de passar a faixa, referiu-se ainda aos opositores como “inimigos”. Dilma, ao contrário, almeja falar como a “presidente de todos”. Ela estendeu a mão aos partidos de oposição, sem pedir a ninguém “que abdique de suas convicções”. Com o olho posto nas lições da campanha eleitoral, enfatizou o imperativo do combate à corrupção e declarou um compromisso “inegociável” com as liberdades individuais, de religião, de imprensa e de opinião. “Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras”, assegurou, reproduzindo a fórmula empregada no discurso de vitória. A declaração será posta à prova logo mais, quando a presidente abrir a gaveta onde repousa o projeto de controle estatal de conteúdos dos meios de comunicação, um presente de grego deixado por Franklin Martins, em nome de Lula.
Dilma prometeu uma política externa “baseada nos valores clássicos da diplomacia brasileira”, oferecendo uma justificativa cifrada para o afastamento de Celso Amorim. Recitou, um a um, os princípios inscritos na Constituição: promoção da paz, não intervenção, defesa dos direitos humanos. “Direitos humanos”, ela disse! É uma censura indireta a Lula, que elogiava ditaduras e traçava paralelos abomináveis entre presos políticos e criminosos comuns.
Entretanto, os interditos pontilham a estrada como campos minados. Logo depois dos direitos humanos, apartando-se do texto constitucional, Dilma mencionou o “multilateralismo”. Em tese, o termo significa, apenas, o fortalecimento das instituições multilaterais, como a ONU, o FMI e o G-20. Na linguagem codificada do lulismo, condensa o impulso antiamericano que moldou a desastrada aproximação com o Irã. O “multilateralismo”, nessa acepção pervertida, combina com a permanência de Marco Aurélio Garcia no posto de chanceler fantasma. “Lula estará conosco”, lembrou a presidente que se sabe tutelada.
“Eu troquei meu nome e coloquei Dilma lá na cédula”, avisou Lula na campanha eleitoral. O ex-presidente interpreta o novo governo como seu terceiro mandato e para exercer a tutela nomeou dois primeiros-ministros informais: Antônio Palocci, tutor externo, e Gilberto Carvalho, tutor interno. Ambos cometeram atos falhos antes do encerramento do primeiro dia de governo. Palocci dirigiu um pedido aos ministros: “Tenham-me como um de vocês, um da equipe, um do time.” Ninguém que é “um de vocês” fala assim. Carvalho declarou em entrevista: “Lula não precisa de mim. Seria muita pretensão querer ser o espião do Lula no Planalto.” O sarcasmo involuntário continua a ser sarcasmo.
Marta Suplicy nunca aprendeu a arte política da sublimação do desejo: a senadora proclama, gritando, o que deve ser sussurrado. Certa vez, nos bastidores de uma reunião da Direção Nacional do PT, incorporou a persona da rainha de Alice para exigir, aos berros, a expulsão imediata de uma corrente minoritária. Agora, na posse da presidente, alertou para a presença perene de Lula – “ele estará sempre disposto a ajudar Dilma no que ela precisar” – e enviou uma mensagem a interlocutores genéricos: “Há uma parceria entre Dilma e Lula que ninguém quebra.”
Ninguém quebra? Se Marta tiver razão, Dilma não será, jamais, a “presidente de todos” – e não será nem mesmo a chefe de uma facção. Mas ela pode estar errada, pois a infalibilidade é um atributo exclusivo de Lula. Nessa hipótese, para o bem da democracia, o Brasil terá uma presidente, não um governo subterrâneo.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 06/01/11
http://www.imil.org.br/artigos/dilma-interrompida/
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Lula, Tiririca e Dilma fazem a festa no Brasil herdado de Portugal
Julio Severo
Num país sério, um palhaço seria eleito somente para o circo. Mas, já que o ex-presidente Lula, seus ex-ministros e o Congresso passaram anos governando sem seriedade, a população não se importou de votar num palhaço. Tiririca, pois, foi o mais votado para deputado federal em São Paulo em 2010.
Nesse clima de circo, Antonio Palloci, o ex-ministro de Lula cujos crimes e corrupções viraram piada que não faz ninguém rir, já está no governo de Dilma para mostrar que o show continua. Num país onde a lei valesse alguma coisa, ele estaria atrás das grades, sem mencionar sua atual chefona com horrendo histórico de terrorismo marxista. Mas pergunte para Tiririca se o Brasil é um país sério.
O povo brasileiro, moralmente anestesiado por uma propaganda ideológica alicerçada no engano e na mentira, não se importa mais se um homem ou mulher é uma vergonha para o governo brasileiro e para a ética, pois o que impera no Brasil é a lei do circo. É a desordem e o desprogresso sustentados em palhaçadas políticas.
No Brasil de hoje, o caráter e a integridade são tratados com deboche e a desonestidade vale ouro. Criminosos que lutaram no passado para impor no Brasil o mesmo sistema da ditadura comunista soviética podem hoje se gabar de terem feito parte de uma resistência “democrática”. Podem até mesmo desconversar, durante as eleições, suas reais posturas sobre aborto e união civil gay, para não entrarem em choque com os óbvios sentimentos conservadores da vasta maioria do povo brasileiro. Depois das eleições, mostram que foi tudo piada e voltam à obsessão pró-aborto e pró-homossexualismo.
Dilma Rousseff é a coroação desse circo, onde o horrível tem de ser considerado bonito e doce e onde a honestidade e a ética são tratadas com repugnância. Nesse paraíso das inversões, os terroristas marxistas são heróis.
No Brasil de Tiririca, o show das trambicagens e malandragens deve continuar, e o único papel do povo é chorar e lamentar o circo de horrores, depois de votar nos atores do espetáculo.
Tiririca, Lula e Dilma do pão e circo só tiveram muita popularidade porque jumentos e outros animais ainda não podem se candidatar a cargos públicos. O dia que isso acontecer, todos verão quem é que o povo realmente escolherá para ser campeão de popularidade no Brasil!
Onde foi que o Brasil errou? Onde poderia ter acertado?
A maior referência de transformação individual e nacional é a Bíblia Sagrada, que guia pessoas e nações ao Rei Jesus Cristo, Deus único e verdadeiro.
Nenhum outro livro moldou mais a fundação e história dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa do que a Bíblia KJV, ou a King James Version of the Bible (Bíblia Versão do Rei James).
A Bíblia KJV leva esse nome porque sua tradução para o inglês foi comissionada pelo Rei James I (1566–1625), da Inglaterra. A tradução foi completada em 1611, e neste ano de 2011 ela faz 400 anos! Sobre essa Bíblia, todos os presidentes dos Estados Unidos juraram na posse. Durante séculos, enquanto a Bíblia KJV era levada a sério, tudo foi bem para os Estados Unidos e para a Inglaterra. Seu nível de prosperidade estava diretamente ligado ao grau de importância que davam para ela.
“Righteousness exalteth a nation.” (Provérbios14:34 KJV) A tradução dessa passagem da Bíblia KJV é: “A justiça exalta uma nação”. A história passada dos EUA não é prova disso? George Washington (1732–1799), o primeiro presidente dos EUA, disse: “Sem Deus e a Bíblia é impossível governar com justiça o mundo”. (William Federer, America’s God and Country Encyclopedia of Quotations, pág. 660) Não existe justiça sem Deus e a Bíblia, e isso Washington compreendeu muito bem. Por isso, os Estados Unidos prosperaram sob a presidência dele, e a Bíblia KJV era amplamente lida pelo povo. Aliás, era o livro mais lido nos EUA.
É bem simples: a nação ou família que dá atenção à Bíblia e ao seu Autor prospera e se distingue. Não deu atenção, sofre decadência, como a própria Inglaterra experimentou ao perder o outrora poderoso Império Britânico. Os EUA estão no mesmo caminho. E o Brasil, que está longe de ser uma potência, está determinado a desafiar a Deus ao se aliar aos hostis inimigos islâmicos de Israel.
Os ingleses decadentes de hoje, que estão ocupadíssimos assistindo, de boca aberta, à acelerada colonização islâmica de seu país, não conseguiriam fundar colônias prósperas, porque eles não mais têm o que tinham quatro, três ou dois séculos atrás. Tudo o que sobrou são memórias do passado.
Em 1620, poucos anos depois da tradução da Bíblia KJV em 1611, ingleses evangélicos, mais conhecidos como os Peregrinos, fundaram a primeira colônia no que são hoje os Estados Unidos e criaram, com base na Bíblia, a primeira constituição americana. Na mesma época, o Rei James I já tinha enviado exploradores e soldados ingleses ao rio Amazonas, fundando vários fortes e se preparando para o envio de colonos. Mas os portugueses acabaram massacrando-os.
O que o Brasil perdeu com o extermínio dos ingleses enviados pelo Rei James I? Não sabemos. Mas sabemos o que “ganhamos” ficando com os portugueses, que não tinham nenhuma KJV e não tinham, ao contrário dos colonos ingleses, a consciência de que a leitura da Bíblia deveria ser plenamente acessível ao povo.
Um povo que não lê e estuda a Bíblia é um povo no escuro e vulnerável a toda e qualquer doutrinação e escravidão. Um povo que lê e segue a Bíblia é um povo que avança contra o mal e contra a tirania, seja de que espécie for.
A Bíblia Sagrada ajuda um indivíduo e nação a não se tornarem bobos de exploradores: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Isso explica por que em sua história passada os americanos conseguiram lutar contra impostos exagerados e evitar palhaços na presidência. Mas quando se perdeu o respeito por esse livro sagrado e seu Autor, a presidência dos EUA se tornou mero palco de oportunistas, onde hoje os impostos não param de crescer.
No caso do Brasil, o brasileiro gosta de ver o português como burro. Se isso for verdade, o Brasil então tem um sério problema hereditário. Esse DNA da estupidez garante elevada popularidade para qualquer trambiqueiro que consiga fazer os brasileiros de bobos. Os Tiriricas, os Lulas e as Dilmas não nascem do nada. São fruto de uma herança maldita.
O brasileiro herdou também de Portugal a ambição de viver nas mamas de um governo explorador, em vez de produzir num trabalho independente. E o Estado brasileiro herdou de Portugal a ganância voraz de sobrecarregar os cidadãos com impostos altos e exagerados e de sufocar pequenas e médias empresas livres com cargas opressivas e abusivas de taxas e tributos.
Desgraçadamente, até os líderes cristãos do Brasil alimentam a ambição herdada de Portugal de viver nas mamas do governo! A alma de Portugal paira e reina sobre o Brasil e suas igrejas e, por mais que os brasileiros façam piada de Portugal, não conseguem se livrar de sua herança maldita.
Se Portugal continua motivo de piada no Brasil, lembremo-nos de quem o Brasil é filho.
Como herdeiro de Portugal, o Brasil tem hoje uma região amazônica onde a pobreza predomina em grande parte da população. O Brasil nem sonha em chegar perto da prosperidade que tiveram os EUA no passado. Mas poderia, se a Inglaterra do Rei James I tivesse podido concretizar seu plano de enviar famílias de colonos ao rio Amazonas, com suas KJVs. Afinal, se os colonos ingleses nos EUA tiveram sucesso, por que não no Brasil também? Aliás, quem dera não só o Brasil, mas também a própria Inglaterra e os EUA tivessem hoje esses ingleses de fibra e Bíblia do passado!
Não dá para entender como, mesmo depois que a Bíblia se tornou amplamente acessível no Brasil, os evangélicos brasileiros nunca a deixaram levá-los à mesma postura de ação política que tiveram os primeiros evangélicos dos EUA. Por que eles não aceitavam tiranias e nós até hoje sim?
Eles leram a Bíblia, e agiram contra os lobos, chacais e abutres governamentais. Os americanos de hoje têm muito que aprender com seus antepassados.
Os brasileiros de hoje leem a Bíblia, mas não conseguem agir e muito menos se desacomodar do marxismo no governo, que vem se alastrando de forma assombrosa. Eles são totalmente submissos aos lobos, chacais e abutres, com os quais até bispos e pastores se aliam em troca de favores. Dá para se dizer que eles têm algo para aprender com os portugueses do passado?
Em vez de comemorar 400 anos de KJV e seu extraordinário progresso e liberdade para os EUA, tudo o que o Brasil pode fazer é recordar o que os portugueses fizeram com os ingleses do Rei James I há 400 anos.
Maldito o dia em que Portugal os assassinou no rio Amazonas!
Fonte: www.juliosevero.com
Num país sério, um palhaço seria eleito somente para o circo. Mas, já que o ex-presidente Lula, seus ex-ministros e o Congresso passaram anos governando sem seriedade, a população não se importou de votar num palhaço. Tiririca, pois, foi o mais votado para deputado federal em São Paulo em 2010.
Nesse clima de circo, Antonio Palloci, o ex-ministro de Lula cujos crimes e corrupções viraram piada que não faz ninguém rir, já está no governo de Dilma para mostrar que o show continua. Num país onde a lei valesse alguma coisa, ele estaria atrás das grades, sem mencionar sua atual chefona com horrendo histórico de terrorismo marxista. Mas pergunte para Tiririca se o Brasil é um país sério.
O povo brasileiro, moralmente anestesiado por uma propaganda ideológica alicerçada no engano e na mentira, não se importa mais se um homem ou mulher é uma vergonha para o governo brasileiro e para a ética, pois o que impera no Brasil é a lei do circo. É a desordem e o desprogresso sustentados em palhaçadas políticas.
No Brasil de hoje, o caráter e a integridade são tratados com deboche e a desonestidade vale ouro. Criminosos que lutaram no passado para impor no Brasil o mesmo sistema da ditadura comunista soviética podem hoje se gabar de terem feito parte de uma resistência “democrática”. Podem até mesmo desconversar, durante as eleições, suas reais posturas sobre aborto e união civil gay, para não entrarem em choque com os óbvios sentimentos conservadores da vasta maioria do povo brasileiro. Depois das eleições, mostram que foi tudo piada e voltam à obsessão pró-aborto e pró-homossexualismo.
Dilma Rousseff é a coroação desse circo, onde o horrível tem de ser considerado bonito e doce e onde a honestidade e a ética são tratadas com repugnância. Nesse paraíso das inversões, os terroristas marxistas são heróis.
No Brasil de Tiririca, o show das trambicagens e malandragens deve continuar, e o único papel do povo é chorar e lamentar o circo de horrores, depois de votar nos atores do espetáculo.
Tiririca, Lula e Dilma do pão e circo só tiveram muita popularidade porque jumentos e outros animais ainda não podem se candidatar a cargos públicos. O dia que isso acontecer, todos verão quem é que o povo realmente escolherá para ser campeão de popularidade no Brasil!
Onde foi que o Brasil errou? Onde poderia ter acertado?
A maior referência de transformação individual e nacional é a Bíblia Sagrada, que guia pessoas e nações ao Rei Jesus Cristo, Deus único e verdadeiro.
Nenhum outro livro moldou mais a fundação e história dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa do que a Bíblia KJV, ou a King James Version of the Bible (Bíblia Versão do Rei James).
A Bíblia KJV leva esse nome porque sua tradução para o inglês foi comissionada pelo Rei James I (1566–1625), da Inglaterra. A tradução foi completada em 1611, e neste ano de 2011 ela faz 400 anos! Sobre essa Bíblia, todos os presidentes dos Estados Unidos juraram na posse. Durante séculos, enquanto a Bíblia KJV era levada a sério, tudo foi bem para os Estados Unidos e para a Inglaterra. Seu nível de prosperidade estava diretamente ligado ao grau de importância que davam para ela.
“Righteousness exalteth a nation.” (Provérbios14:34 KJV) A tradução dessa passagem da Bíblia KJV é: “A justiça exalta uma nação”. A história passada dos EUA não é prova disso? George Washington (1732–1799), o primeiro presidente dos EUA, disse: “Sem Deus e a Bíblia é impossível governar com justiça o mundo”. (William Federer, America’s God and Country Encyclopedia of Quotations, pág. 660) Não existe justiça sem Deus e a Bíblia, e isso Washington compreendeu muito bem. Por isso, os Estados Unidos prosperaram sob a presidência dele, e a Bíblia KJV era amplamente lida pelo povo. Aliás, era o livro mais lido nos EUA.
É bem simples: a nação ou família que dá atenção à Bíblia e ao seu Autor prospera e se distingue. Não deu atenção, sofre decadência, como a própria Inglaterra experimentou ao perder o outrora poderoso Império Britânico. Os EUA estão no mesmo caminho. E o Brasil, que está longe de ser uma potência, está determinado a desafiar a Deus ao se aliar aos hostis inimigos islâmicos de Israel.
Os ingleses decadentes de hoje, que estão ocupadíssimos assistindo, de boca aberta, à acelerada colonização islâmica de seu país, não conseguiriam fundar colônias prósperas, porque eles não mais têm o que tinham quatro, três ou dois séculos atrás. Tudo o que sobrou são memórias do passado.
Em 1620, poucos anos depois da tradução da Bíblia KJV em 1611, ingleses evangélicos, mais conhecidos como os Peregrinos, fundaram a primeira colônia no que são hoje os Estados Unidos e criaram, com base na Bíblia, a primeira constituição americana. Na mesma época, o Rei James I já tinha enviado exploradores e soldados ingleses ao rio Amazonas, fundando vários fortes e se preparando para o envio de colonos. Mas os portugueses acabaram massacrando-os.
O que o Brasil perdeu com o extermínio dos ingleses enviados pelo Rei James I? Não sabemos. Mas sabemos o que “ganhamos” ficando com os portugueses, que não tinham nenhuma KJV e não tinham, ao contrário dos colonos ingleses, a consciência de que a leitura da Bíblia deveria ser plenamente acessível ao povo.
Um povo que não lê e estuda a Bíblia é um povo no escuro e vulnerável a toda e qualquer doutrinação e escravidão. Um povo que lê e segue a Bíblia é um povo que avança contra o mal e contra a tirania, seja de que espécie for.
A Bíblia Sagrada ajuda um indivíduo e nação a não se tornarem bobos de exploradores: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Isso explica por que em sua história passada os americanos conseguiram lutar contra impostos exagerados e evitar palhaços na presidência. Mas quando se perdeu o respeito por esse livro sagrado e seu Autor, a presidência dos EUA se tornou mero palco de oportunistas, onde hoje os impostos não param de crescer.
No caso do Brasil, o brasileiro gosta de ver o português como burro. Se isso for verdade, o Brasil então tem um sério problema hereditário. Esse DNA da estupidez garante elevada popularidade para qualquer trambiqueiro que consiga fazer os brasileiros de bobos. Os Tiriricas, os Lulas e as Dilmas não nascem do nada. São fruto de uma herança maldita.
O brasileiro herdou também de Portugal a ambição de viver nas mamas de um governo explorador, em vez de produzir num trabalho independente. E o Estado brasileiro herdou de Portugal a ganância voraz de sobrecarregar os cidadãos com impostos altos e exagerados e de sufocar pequenas e médias empresas livres com cargas opressivas e abusivas de taxas e tributos.
Desgraçadamente, até os líderes cristãos do Brasil alimentam a ambição herdada de Portugal de viver nas mamas do governo! A alma de Portugal paira e reina sobre o Brasil e suas igrejas e, por mais que os brasileiros façam piada de Portugal, não conseguem se livrar de sua herança maldita.
Se Portugal continua motivo de piada no Brasil, lembremo-nos de quem o Brasil é filho.
Como herdeiro de Portugal, o Brasil tem hoje uma região amazônica onde a pobreza predomina em grande parte da população. O Brasil nem sonha em chegar perto da prosperidade que tiveram os EUA no passado. Mas poderia, se a Inglaterra do Rei James I tivesse podido concretizar seu plano de enviar famílias de colonos ao rio Amazonas, com suas KJVs. Afinal, se os colonos ingleses nos EUA tiveram sucesso, por que não no Brasil também? Aliás, quem dera não só o Brasil, mas também a própria Inglaterra e os EUA tivessem hoje esses ingleses de fibra e Bíblia do passado!
Não dá para entender como, mesmo depois que a Bíblia se tornou amplamente acessível no Brasil, os evangélicos brasileiros nunca a deixaram levá-los à mesma postura de ação política que tiveram os primeiros evangélicos dos EUA. Por que eles não aceitavam tiranias e nós até hoje sim?
Eles leram a Bíblia, e agiram contra os lobos, chacais e abutres governamentais. Os americanos de hoje têm muito que aprender com seus antepassados.
Os brasileiros de hoje leem a Bíblia, mas não conseguem agir e muito menos se desacomodar do marxismo no governo, que vem se alastrando de forma assombrosa. Eles são totalmente submissos aos lobos, chacais e abutres, com os quais até bispos e pastores se aliam em troca de favores. Dá para se dizer que eles têm algo para aprender com os portugueses do passado?
Em vez de comemorar 400 anos de KJV e seu extraordinário progresso e liberdade para os EUA, tudo o que o Brasil pode fazer é recordar o que os portugueses fizeram com os ingleses do Rei James I há 400 anos.
Maldito o dia em que Portugal os assassinou no rio Amazonas!
Fonte: www.juliosevero.com
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Esperança
Primeiro dia útil do ano e não fiz nada! Com a bênção do Senhor choveu o dia inteiro e tem sido assim desde a zero hora desde 2011. Que legal, só assim para descansar um pouco.
Espero sinceramente que agora possamos melhorar muitas coisas aqui no sítio. Tenho muita fé de que tudo comece a caminhar de acordo com o que planejamos. Nosso ano-safra já se iniciou faz tempo... Temos duas colheitas bem próximas: feijão e milho verde. E ainda temos a Torrefação que tem aumentado seu número de clientes e, claro, a granja.
Tantos projetos, tantos sonhos.
Continuar estudando sempre é o objetivo, para nunca esquecer que sempre haverá algo a aprender. Buscar novos desafios com os pés no chão. Creio firmemente que podemos e faremos mais, com a graça de Deus.
Acredito em milagres mas não espero nada cair do céu. A luta é contínua.
Dar o melhor de si é fundamental. Quando olharmos para trás poderemos ver que o melhor foi feito e não há como não se obter resultados com este lema.
A mensagem é de esperança. Não poderia ser diferente.
Otimizar o trabalho, aumentar a renda e superar todas as barreiras. Para no final deste ano, quem sabe, fazer um balanço positivo e dar graças à Aquele que tudo nos provê!
Espero sinceramente que agora possamos melhorar muitas coisas aqui no sítio. Tenho muita fé de que tudo comece a caminhar de acordo com o que planejamos. Nosso ano-safra já se iniciou faz tempo... Temos duas colheitas bem próximas: feijão e milho verde. E ainda temos a Torrefação que tem aumentado seu número de clientes e, claro, a granja.
Tantos projetos, tantos sonhos.
Continuar estudando sempre é o objetivo, para nunca esquecer que sempre haverá algo a aprender. Buscar novos desafios com os pés no chão. Creio firmemente que podemos e faremos mais, com a graça de Deus.
Acredito em milagres mas não espero nada cair do céu. A luta é contínua.
Dar o melhor de si é fundamental. Quando olharmos para trás poderemos ver que o melhor foi feito e não há como não se obter resultados com este lema.
A mensagem é de esperança. Não poderia ser diferente.
Otimizar o trabalho, aumentar a renda e superar todas as barreiras. Para no final deste ano, quem sabe, fazer um balanço positivo e dar graças à Aquele que tudo nos provê!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Os desafios de Dilma
O Estado de S. Paulo
Editorial
Inflação, excesso de gasto público, buraco na conta externa e uma enorme carência de investimentos seriam desafios duros para qualquer novo chefe de governo. Mas a presidente que assume hoje, além de cuidar dessa herança maldita, ainda terá de resolver um problema incomum. Recebida a faixa presidencial, faltará assumir de fato a chefia do Executivo e neutralizar a influência e o apego ao poder de seu antecessor e grande eleitor, Luiz Inácio Lula da Silva. Dele dependeu direta ou indiretamente a formação da maior parte do Ministério. Na Pasta econômica mais importante, a da Fazenda, nem sequer foi trocada a figura principal.
O próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, terá de assumir um novo papel, no mesmo cargo, se quiser cumprir as tarefas mais urgentes. Tesoureiro da gastança no segundo mandato do presidente Lula, precisará adotar a política da austeridade para corrigir os excessos do governo anterior.
Ele mesmo, pouco depois de convidado para continuar no posto, havia reconhecido a necessidade de ajuste nas contas públicas. Chegou a falar sobre a possibilidade de atraso do PAC. Foi logo desautorizado pelo presidente Lula. Naquele instante, Lula estava censurando não um membro de seu Ministério, mas o ministro indicado por ele para cuidar das finanças do governo Dilma.
Se o crescimento econômico for reduzido para 4,5% em 2011, como projetam o governo e o mercado, será difícil evitar a austeridade e, ao mesmo tempo, arrumar as contas públicas. A meta fiscal tem sido alcançada graças à ampliação da receita e não ao controle de gastos. Em 2010, o superávit primário acumulado até novembro chegou a 2,74% do PIB, bem longe da meta de 3,1%.
Um novo estilo de política fiscal será importante não só para o ajuste em 2011, mas também para a construção de uma economia mais saudável nos próximos quatro anos. A presidente Dilma Rousseff prometeu baixar a taxa real de juros. Se não quiser recorrer a truques de resultado efêmero, terá de implantar a disciplina financeira, abrindo espaço para uma política monetária mais branda. Mas o abrandamento dificilmente poderá ocorrer em 2011, porque a inflação projetada pelo mercado e pelo Banco Central está acima do centro da meta (4,5%). Os preços das matérias-primas, com alta de 33,57% no ano, indicam fortes pressões.
Moderação no gasto público será fundamental, também, para a redução da carga tributária e, principalmente, de impostos e contribuições sobre o investimento, a produção e a exportação. O governo tem realizado remendos fiscais para dar algum alívio ao setor produtivo, mas com resultados modestos.
O poder de competição nos mercados internacionais, indispensável à manutenção e à criação de empregos, dependerá também de outros fatores, como investimento em infraestrutura. Neste ano, o Tesouro investiu até 25 de dezembro só 58,6% do previsto para isso no orçamento. A maior parte do desembolso correspondeu a restos a pagar. Quanto ao investimento das estatais, foi realizado quase só pela Petrobrás.
No setor externo as projeções para 2011 apontam um déficit em conta corrente na faixa de US$ 64 bilhões a US$ 69 bilhões. O resultado dependerá em boa parte do esforço de exportação, mas um aumento duradouro da competitividade só virá com um amplo conjunto de políticas.
O novo governo terá de buscar o reequilíbrio econômico e, ao mesmo tempo, enfrentar enormes compromissos já assumidos. Caberá ao Tesouro e ao BNDES boa parte dos investimentos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Esses investimentos estão atrasados e provavelmente custarão mais que o previsto.
A tarefa do novo governo ficará incompleta se não for retomada a modernização institucional, necessária tanto à democracia quanto ao sistema produtivo. As reformas política e tributária, itens fundamentais dessa pauta, foram abandonadas pelo presidente Lula, provavelmente por envolverem negociações muito complexas. A presidente Dilma Rousseff deveria colocar essa pauta entre suas prioridades.
Editorial
Inflação, excesso de gasto público, buraco na conta externa e uma enorme carência de investimentos seriam desafios duros para qualquer novo chefe de governo. Mas a presidente que assume hoje, além de cuidar dessa herança maldita, ainda terá de resolver um problema incomum. Recebida a faixa presidencial, faltará assumir de fato a chefia do Executivo e neutralizar a influência e o apego ao poder de seu antecessor e grande eleitor, Luiz Inácio Lula da Silva. Dele dependeu direta ou indiretamente a formação da maior parte do Ministério. Na Pasta econômica mais importante, a da Fazenda, nem sequer foi trocada a figura principal.
O próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, terá de assumir um novo papel, no mesmo cargo, se quiser cumprir as tarefas mais urgentes. Tesoureiro da gastança no segundo mandato do presidente Lula, precisará adotar a política da austeridade para corrigir os excessos do governo anterior.
Ele mesmo, pouco depois de convidado para continuar no posto, havia reconhecido a necessidade de ajuste nas contas públicas. Chegou a falar sobre a possibilidade de atraso do PAC. Foi logo desautorizado pelo presidente Lula. Naquele instante, Lula estava censurando não um membro de seu Ministério, mas o ministro indicado por ele para cuidar das finanças do governo Dilma.
Se o crescimento econômico for reduzido para 4,5% em 2011, como projetam o governo e o mercado, será difícil evitar a austeridade e, ao mesmo tempo, arrumar as contas públicas. A meta fiscal tem sido alcançada graças à ampliação da receita e não ao controle de gastos. Em 2010, o superávit primário acumulado até novembro chegou a 2,74% do PIB, bem longe da meta de 3,1%.
Um novo estilo de política fiscal será importante não só para o ajuste em 2011, mas também para a construção de uma economia mais saudável nos próximos quatro anos. A presidente Dilma Rousseff prometeu baixar a taxa real de juros. Se não quiser recorrer a truques de resultado efêmero, terá de implantar a disciplina financeira, abrindo espaço para uma política monetária mais branda. Mas o abrandamento dificilmente poderá ocorrer em 2011, porque a inflação projetada pelo mercado e pelo Banco Central está acima do centro da meta (4,5%). Os preços das matérias-primas, com alta de 33,57% no ano, indicam fortes pressões.
Moderação no gasto público será fundamental, também, para a redução da carga tributária e, principalmente, de impostos e contribuições sobre o investimento, a produção e a exportação. O governo tem realizado remendos fiscais para dar algum alívio ao setor produtivo, mas com resultados modestos.
O poder de competição nos mercados internacionais, indispensável à manutenção e à criação de empregos, dependerá também de outros fatores, como investimento em infraestrutura. Neste ano, o Tesouro investiu até 25 de dezembro só 58,6% do previsto para isso no orçamento. A maior parte do desembolso correspondeu a restos a pagar. Quanto ao investimento das estatais, foi realizado quase só pela Petrobrás.
No setor externo as projeções para 2011 apontam um déficit em conta corrente na faixa de US$ 64 bilhões a US$ 69 bilhões. O resultado dependerá em boa parte do esforço de exportação, mas um aumento duradouro da competitividade só virá com um amplo conjunto de políticas.
O novo governo terá de buscar o reequilíbrio econômico e, ao mesmo tempo, enfrentar enormes compromissos já assumidos. Caberá ao Tesouro e ao BNDES boa parte dos investimentos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Esses investimentos estão atrasados e provavelmente custarão mais que o previsto.
A tarefa do novo governo ficará incompleta se não for retomada a modernização institucional, necessária tanto à democracia quanto ao sistema produtivo. As reformas política e tributária, itens fundamentais dessa pauta, foram abandonadas pelo presidente Lula, provavelmente por envolverem negociações muito complexas. A presidente Dilma Rousseff deveria colocar essa pauta entre suas prioridades.
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